Aprenda sobre a sua dor crônica. Conheça o inimigo para poder derrotá-lo.

Aprenda sobre a sua dor crônica. Conheça o inimigo para poder derrotá-lo.

Saber sobre a dor crônica pode mostrar o caminho do alívio, ou da recuperação. Se você não acredita nisso é uma pena. Você está errado. Veja aqui o por quê.

“Nada em todo o mundo é mais perigoso do que a ignorância sincera e a estupidez conscienciosa.”

Martin Luther King Jr.

Imagine que você nunca estudou nada até os 40 anos. Tudo o que aprendeu veio de parentes, amigos e a mídia. Uns eram religiosos, outros simplesmente ignorantes. E você foi fazendo sua cultura pessoal baseado no que eles diziam. Nesse estado de indigência intelectual chega nos 40, inocentemente supersticioso, preconceituoso e temente não só de Deus, mas de um monte de outras coisas.

De repente, por uma mágica qualquer, você aprende a ler! E por conta disso, a raciocinar, a distinguir fato de ilusão, a usar a ciência como marco da verdade, a colocar suas experiências em perspectiva etc. Imagine só. Como mudaria a sua vida!

O relato anterior se assemelha ao da pessoa que, aos 40 anos, se descobre vítima de uma dor persistente. Ela não faz ideia do que está lhe acontecendo, nem por que, nem como se livrar disso, nem quando. E com o tempo, se convence de que os exames clínicos a condenam, que seu corpo é frágil, que precisa viver pisando em ovos para sobreviver…

Até que, por uma mágica qualquer – ou por já carecer de opções – resolve estudar a dor e o seu gerenciamento. E descobre que isso é possível. Que os fantasmas que a assombravam eram só isso, fantasmas. E que se ela participar mais do seu tratamento, em vez de delegar a responsabilidade a médicos e outros, os resultados podem ser melhores.

“Através da minha educação, não desenvolvi apenas habilidades, não desenvolvi apenas a capacidade de aprender, mas desenvolvi confiança.”

Michelle Obama

De todas as ferramentas para manejar a dor até hoje sugeridas, uma das mais consistentes é a educação em dor. Hoje há fortes evidências de que ela diminui a dor, a incapacidade, o catastrofismo relacionado à dor, as restrições de movimento e a procura por serviços de saúde.

Se você leu o anterior e acha que faz sentido, se qualifica automaticamente para formular a seguinte pergunta – a do milhão de dólares: Cadê o educador?

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