Artigos

Artigos

A Osteopatia sob nova direção – Parte 2
Na semana passada, publiquei a Parte 1 deste artigo “Dor, Neuroplasticidade e Medicina Osteopática Manipulativa”. Agora, a Parte 2 aborda as alterações neurofisiológicas associadas a distúrbios musculoesqueléticos crônicos e estados de dor crônica, além do papel da Medicina Osteopática Manipulativa.
A memória da Dor crônica – Parte 2
A Parte 1 deste artigo foi publicada na semana passada. Esta Parte 2 revisa brevemente a evidência científica acumulada que apoia o que aquela primeira parte postulava: “o psicológico” como fator causal da dor crônica.
A Osteopatia sob nova direção – Parte 1
Distúrbios musculoesqueléticos crônicos, como dor lombar crônica, continuam sendo um desafio para os osteopatas. A razão é a mesma que explica o fracasso da prática clínica no tratamento e alívio de muitas dores crônicas: o apego a um modelo biológico da medicina. O artigo “Dor, Neuroplasticidade e Medicina Osteopática Manipulativa”, acrescenta um outro ponto de vista, o de que antes de tratar a doença é preciso tratar do paciente.
A memória da Dor crônica – Parte 1
Este artigo apresenta uma tese controversa: “o psicológico” como fator causal da dor crônica, e não mero coadjuvante. Ou dito em termos mais científicos: a hipótese de que o estado dos circuitos emocionais e motivacionais do cérebro, bem como sua reorganização após um evento que incita a dor, determinam a transição para a cronicidade da dor.
Terapia de exercício para a Fibromialgia
Este artigo revisa os efeitos do exercício e da atividade física para indivíduos com fibromialgia, resumindo revisões recentes e descrevendo novos avanços na pesquisa relacionados a regimes de exercícios progressivos (intervenções aeróbicas, de fortalecimento e flexibilidade), programas de atividade física de estilo de vida mais geral (ou seja, autoprogramas selecionados, individualizados) e outras formas de atividade física recentemente aplicadas à fibromialgia (por exemplo, tai chi, ioga, Pilates e caminhada nórdica).
Considerando o potencial para um aumento da Dor Crônica após a pandemia de Covid-19
Aos poucos, ao menos para alguns, começa a ficar claro que a vida pós-Covid-19 de muita gente não será um passeio no parque. Para parte dos infectados que se curaram, serão meses de fisioterapia, remédios diários e ausência de cheiros e sabores, no intuito de se livrar de problemas pulmonares e dores musculares persistentes. Ou seja, dores crônicas. E haverá outras dores do mesmo gênero, nas áreas cardiológica, hepática, neurológica, mental... Este artigo faz um rasante pelas diversas frentes em que a saúde humana muito provavelmente será atacada pelas sequelas da Covid 19.
Dor Crônica: mudanças estruturais e funcionais nas estruturas cerebrais e estados afetivos negativos associados
A compreensão dos mecanismos de desenvolvimento da dor crônica orienta novas opções terapêuticas. Eles são o objeto deste artigo seminal. Os autores revisaram exaustivamente o conhecimento atual das áreas neurais relacionadas à dor crônica, a relação entre a dor crônica e os estados afetivos negativos, as mudanças estruturais e funcionais que ocorrem nas estruturas cerebrais durante o desenvolvimento da dor crônica e vários sistemas neurotransmissores envolvidos na transformação de uma dor em dor crônica.
Cuidando de pacientes com dor durante a pandemia de Covid-19
Este é um material de utilidade pública, preparado especificamente para médicos e psicólogos praticantes por um painel de especialistas internacionais (EUA, Canadá, Portugal, Reino Unido e Holanda). Todos os membros do painel cuidam de pacientes com dor crônica e têm experiência e treinamento em pesquisa clínica. Após uma revisão de artigos no banco de dados Medline e com base no presente entendimento fisiopatológico da Covid-19 e possíveis implicações práticas no tratamento da dor crônica na presente pandemia, o painel formulou recomendações práticas. Este artigo as reproduz.
A dor crônica na recuperação da Covid-19
Até o momento, muito tem se falado em doenças crônicas já existentes porque, em conjunto com a Covid-19, ameaçam de morte os que tem acima de 60 anos. E quase nada, sobre as dores crônicas que acompanham essas doenças ou que são inespecíficas ou psicossomáticas, independentemente daquelas. Pode-se antecipar uma síndrome pós-terapia intensiva que pode ter efeitos profundos na qualidade de vida dos pacientes com Covid-19 após a alta da UTI. Ela irá abranger sinais físicos, psicológicos, cognitivos e até espirituais. As dores crônicas não podem ficar de fora do esforço que vier a ser feito para tratá-la.