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Os profissionais da saúde da linha de frente e o medo da Covid 19
No começo de junho, nos Estados Unidos, onde há estatísticas, quase 600 profissionais de saúde da linha de frente nos Estados Unidos tinham morrido por conta do Covid-19. Eu procurei dados no Brasil, e achei... nada. Enfim, na linha de frente no combate ao novo coronavírus estão médicos, enfermeiros e paramédicos, bem como funcionários cruciais de apoio à saúde, como maqueiros e zeladores de hospitais. De longe, a gente os vê se esforçar, adoecer, morrer, agradece e segue em frente. Mas o que será que sentem a respeito da situação que enfrentam todo dia? Um estudo tratou disso num país qualquer, talvez parecido com o Brasil. Este artigo resume o que foi averiguado.
A máscara protege você? Depende. Do quê? De você – Parte 3
O uso da máscara facial por parte de uma comunidade pode protegê-la significativamente da propagação do novo coronavírus. Não é a comunidade, porém, que veste uma máscara, mas o Pedro, a Eliana e o Joaquim. A escolha e o uso corretos da máscara facial é hoje um dos gestos mais pessoais do planeta: cada qual a veste como quer e depende de cada um fazer valer o sacrifício de usá-la o tempo todo, evitando contaminar a si mesmo e contaminar outros. Este post põe o foco nos sete fatores comportamentais que mais incidem nesse desempenho.
A máscara protege você? Depende. Do quê? De você – Parte 2
O uso da máscara facial por parte de uma comunidade pode protegê-la significativamente da propagação do novo coronavírus. No entanto, esse vírus é algo assim como o avião Stealth americano, que não é detectado pelo radar: invisível, veloz e mortal. Para se proteger de uma coisa dessas é preciso atentar para vários fatores. Este post põe o foco nos cinco fatores ambientais que mais influenciam a eficácia do uso da máscara facial.
A máscara protege você? Depende. Do quê? De você – Parte 1
Há apenas 2 meses as máscaras faciais não eram recomendadas para se proteger do novo coronavírus. Atualmente vários países (ex.: Alemanha) e estados (ex.: São Paulo) tornaram o seu uso obrigatório. Fora isso, modelos matemáticos indicam que o uso maciço da proteção, combinado com medidas restritivas pontuais, impediria novo surto da doença. Uma simulação com 60 milhões de pessoas mostra que se todos usassem máscara na maior parte do tempo, não haveria segunda ou terceira onda da pandemia de coronavírus. Esta série de três posts mostra outro ângulo: máscaras faciais podem ser úteis, mas nem tanto – e utilizá-las com pleno proveito é mais difícil do que se pensa.
Manifestações neurológicas de pacientes hospitalizados com Covid 19
Esse vírus é uma Caixa de Pandora: um termo originado em um mito grego que hoje significa uma surpresa que acaba trazendo à tona todas as coisas ruins. Inicialmente ele parecia prejudicar apenas os pulmões, mas depois ficou claro que atinge o corpo todo. Este artigo revela uma dimensão disso: as manifestações neurológicas descobertas em pacientes da Covid 19 num hospital de Wuhan, China, onde tudo começou.
O apelo de um médico no meio de uma pandemia
Um médico dirigindo-se a um paciente que poderia ser o seu país – ou vice-versa. Um exercício metafórico pungente, profundo, para ser lido e refletido com muita calma. E que embora nada prescreva em termos de uma medicação passível de ser comprada em farmácia, em termos terapêuticos no momento atual vale por uma tonelada delas.
Caminhos diferentes para o mesmo destino: triagem para Covid-19
Atualmente, a reação em cadeia da polimerização (PCR) e o teste de anticorpos são as formas dominantes pelos quais os sistemas globais de saúde estão testando cidadãos para o Covid-19. Ambas as técnicas têm suas ressalvas e, à medida que a crise se desenrola, os pesquisadores estão procurando maneiras alternativas de rastrear a doença mortal. Chloe Kent, Senior Medical Features Writer britânica, analisa a ciência por trás da PCR e sorologia e quais alternativas estão começando a se apresentar.
Médicos confundem problemas pulmonares no Covid 19
Para muitos, especialmente os muito idosos, recorrer a um ventilador para amenizar os efeitos do Covid 19 soa como colocar o pescoço na guilhotina. Por outro lado, até pacientes com pulmões com aparência mais normal, mas com baixo oxigênio no sangue, também podem ser especialmente vulneráveis a lesões pulmonares associadas ao ventilador, onde a pressão do ar que é forçada pelos pulmões danifica os sacos de ar que trocam oxigênio com o sangue. Em parte, o problema está nas dificuldades dos médicos ao decidir sobre a aplicação do ventilador ou sobre a sua calibragem face cada paciente, uma vez que os sinais de danificação pulmonar não são claros. Este artigo revela a opinião de especialistas sobre isso.
Coronavírus: o que faz com o corpo
O coronavírus surgiu em apenas dezembro do ano passado, mas o mundo já está lidando com uma pandemia do vírus e da doença que ele causa - o Covid-19. Para a maioria, a doença é leve, mas algumas pessoas morrem. Então, como o vírus está atacando o corpo, por que algumas pessoas estão sendo mortas e como é tratado?
A matemática por trás do distanciamento social
O distanciamento social, definido como medidas tomadas para reduzir o contato físico, é a primeira linha de defesa para conter uma doença infecciosa como o Covid-19. Isso ocorre porque essas infecções se espalham quando as pessoas tossem, espirram ou tocam superfícies nas quais o vírus reside.