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Como uma mulher mudou o que os médicos sabem sobre ataques cardíacos
O SCAD é agora reconhecido como a causa mais comum de ataques cardíacos em mulheres com menos de 40 anos. Mas essa constatação é muito, muito recente. Por que demorou tanto tempo para médicos e pesquisadores reconhecerem o SCAD? A razão mais importante não foi falta de verba, de base científica, ou de capacidade de pesquisa, mas provavelmente que a condição afeta predominantemente as mulheres. Leia a respeito uma matéria publicada no ano passado pelo The New York Times.
A busca por biomarcadores de dor no cérebro humano
Este artigo é destinado a neurologistas. Ele foi publicado há apenas um ano por uma revista científica muito respeitada (A Journal of Neurology). Profissionais da área interessados em dor certamente irão descobrir nele coisas novas. Leigos como eu já irão achá-lo “pesado”, algo indigesto. O problema é que o assunto em foco está no centro da corrida pelo alívio da dor crônica. Gostemos ou não, quem deseja aprender sobre essa dor não irá consegui-lo sem entender, primeiro, como o cérebro funciona, e como funciona este em relação àquela. Por isso, eu apresento apenas as primeiras duas seções do artigo, que podem ser digeridas, com igual proveito, por gregos e troianos. As seções seguintes, mais cabeludas, deixo para os gregos, digo os neurologistas, lerem no original em inglês.
Existe viés de gênero na medicina?
Visões estereotipadas sobre homens e mulheres por parte dos profissionais da saúde podem influenciar a maneira em que o paciente é atendido. Um viés de gênero faz com que as mulheres recebam um nível mais baixo de atendimento do que o oferecido aos homens com problemas de saúde semelhantes. Portanto, as mulheres podem ser avaliadas, diagnosticadas, encaminhadas e tratadas de maneira diferente. E isso parece estar prejudicando a saúde das mulheres.
Fatos e mitos relacionados á fibromialgia – Parte 3
A fibromialgia ainda é uma doença inexplicável, persistente e sem tratamento certo. Após a publicação da Parte 1 deste artigo falando sobre os Sintomas, a Parte 2 sobre os Critérios para o Diagnóstico, leia agora a Parte 3, e última, sobre como enfrentar a doença para preservar a qualidade de vida.
Avaliação da dor crônica: domínios, métodos e mecanismos – Parte 1
Dentre os quatro pesquisadores que assinam o artigo a seguir, RB Fillingim é o de maior destaque. Curto e grosso, o negócio do Fillingim é DOR. Professor e pesquisador no Department of Community Dentistry and Behavioral Science, University of Florida, ele se destacou nos anos 90 pela sua pesquisa no abuso infantil associado à percepção da dor. Depois, em como mulheres e homens, assim como diferentes grupos étnicos e raciais experimentam a dor de maneira diferente. Atualmente investiga fatores de risco para o desenvolvimento de dor orofacial.
Fatos e mitos relacionados á fibromialgia – Parte 1
Você suspeita padecer de fibromialgia? Você dificilmente vai tirar a dúvida se simplesmente delegar a resposta a um médico. Gostemos ou não, por enquanto essa doença é inexplicável, persistente e sem tratamento certo. Então o paciente está obrigado a penetrar no que se sabe dela até o momento. Não para substituir o médico, mas para ajudá-lo no diagnóstico e tratamento.
O humor e os enfermeiros
Pacientes com dor crônica veem o uso do humor como parte integrante de suas experiências com a equipe de profissionais da saúde, bem como com outros pacientes, e isso têm impacto sobre como eles lidam e afirmam sua identidade em um momento de desafio e crise. No entanto, parece haver um abismo entre essa expectativa e o que realmente acontece. Por que isso?
Definindo o papel da terapia cognitivo-comportamental no tratamento da dor lombar crônica: uma visão geral – Parte 1
Em geral a eficácia da Terapia Cognitivo Comportamental no tratamento de cada uma das variáveis que afetam a Dor Lombar Crônica é inquestionável. No entanto, isso não parece estar claro para os médicos que bem poderiam aplicá-la ou prescrevê-la mais amplamente. Este artigo, dividido em duas partes, oferece uma visão panorâmica dessa terapia no intuito de mostrar que ela está ao alcance desses profissionais, se interessados em tratar o paciente como um todo, e não apenas da sua doença.