Dor Crônica

Dor Crônica

Você suspeita ter fibromialgia? – Parte 3
No post anterior eu mostrei a evolução e atual situação dos critérios de diagnóstico da fibromialgia recomendados pelo American College of Rheumatology. Muitos médicos ainda não sabem o quanto eles evoluíram desde que publicados pela primeira vez, em 1990. Parte dessa evolução é o aparecimento de outras opções de diagnóstico como a formulada por um grupo de especialistas convocado por um consórcio formado por uma instituição semiprivada (ACTTION), o FDA e a American Pain Society. Este post apresenta essa proposta em detalhe.
Rigidez matinal, dor nas juntas... Você pode resolver isso.
A dor nas juntas pode ser um sintoma de artrite. Mas também pode ser apenas uma prova de que você está... enferrujado. Em ambos os casos o que cabe é passar a se exercitar direito. Nesse post comenta-se a publicação pelo blog, de um breve e-book sobre rigidez matinal visando motivar pessoas maiores de 60 anos a praticar, em poucos minutos cada manhã, movimentos e exercícios que aliviam o incômodo.
Você suspeita ter fibromialgia? – Parte 2
Nesse segundo post vou mostrar os Critérios de Diagnóstico da Fibromialgia do American College of Rheumatology, publicados em 2016, e ainda vigentes. A publicação se justifica por que, na minha opinião, eles não são conhecidos – nem a história de porque e como eles vieram à tona – pelos médicos no atendimento primário. Lembremos que é nessa linha de frente que recai a responsabilidade de um diagnóstico que frequentemente irá determinar o tratamento, e o sofrimento, do paciente nos meses e anos vindouros.
Sim, você aí. Acha que ficar em casa é para ficar parado(a)?
Após qualquer idade o pior exercício é o que não se faz. Especialmente após os sessenta e tantos, aqueles considerados bípedes de alto risco para efeitos do Covid 19. A imobilidade tem ao menos dois custos, porém. O do enfraquecimento do sistema imunológico e o desuso. Sim, o tal do “desuso” existe na nomenclatura médica: quando o sistema musculoesquelético se degrada por... falta de uso. Nesse post apresento como combater essa outra praga, a do imobilismo nos idosos, pela via de exercícios que eles possam fazer em suas residências, sem se sentir humilhados ou ridículos, e que contribuam a deixá-los mais soltos e flexíveis, e com menos dores.
Dor nas juntas: você está nesse grupo de risco?
À medida que envelhecemos, as articulações do corpo enrijecem. Porém, elas não envelhecem da mesma maneira que as pessoas, nem pelos mesmos motivos. É preciso entender isso e aprender também a amenizar seus efeitos. Este post explica a “dor nas juntas” e oferece um vídeo made-by-mim-mesmo mostrando uma série de movimentos matinais fáceis, breves e seguros, que ajudam a encarar o dia sem desconforto.
Você suspeita ter fibromialgia? Parte - 1
Este post é o primeiro de uma série de três sobre como diagnosticar fibromialgia. Baseado num resumo a cargo do staff médico da Mayo Clinic, ele foca no que uma pessoa que pensa ter a doença pode esperar de uma consulta médica. O segundo post se refere aos critérios de diagnóstico recomendados pelo American College of Rheumatology, hoje vigentes em todo o mundo. E o terceiro post apresenta os critérios de diagnóstico da doença recentemente propostos por uma parceria público-privada ACTTION, a Food and Drug Administration (FDA) e a American Pain Society (APS).
Covid-19 e os portadores de doenças crônicas: quem corre mais risco?
Será que todas as doenças crônicas apresentam o mesmo risco quando associadas ao COVID-19? E de que tipo de risco está se falando? Em cada 2 brasileiros é provável que um deles seja portador de uma ou mais doenças crônicas – principalmente se tiver acima de 60 anos. Isso deve somar milhões de pessoas. Todas elas devem ficar igualmente angustiadas ante a perspectiva de “pegar o vírus”? Veja nesse post respostas a essa pergunta que a mídia ainda não trouxe.
COVID-19 e dor crônica: qual é a relação?
A infecção com o Covid-19 afeta principalmente pessoas acima de 60 anos com mais de uma condição crônica (comorbidade). Isso você já sabe. O que talvez não saiba é que a mera perspectiva de “pegar o vírus” gera em muitos ansiedade demais... o que, se se estender por muito tempo (e 4 ou 5 meses é muito tempo), pode causar dano mental e até orgânico. Previna-se informando-se aqui em detalhe sobre esse processo perverso.
SCAD: ignorar o que é, pode custar a (sua) vida
Há um problema cardíaco que pode causar morte súbita se não for diagnosticado e tratado imediatamente. É justamente isso que está acontecendo na América do Norte, onde atualmente é a principal causa de morte por motivo cardiológico entre as mulheres com menos de 50 anos. Detalhe: até muito pouco tempo pensava-se que aquilo era muito incomum, ao ponto de pouquíssimos médicos se preocuparem em saber o que fazer em caso do distúrbio se apresentar. O que será? Informe-se nesse artigo pautado em matéria da Clínica Mayo.
As dores crônicas da mulher: um paradoxo no armário?
A mulher sofre com dor mais do que o homem e, no entanto, é menos protegida pelo sistema de saúde – farmacologia, atendimento médico, planos de saúde – do que este. E isso em boa parte ocorre por causa de um “viés de gênero”. Um preconceito do tipo “Me Tarzan, you Jane”, que subliminarmente ou não, considera a mulher um indivíduo inferior ao homem. Machismo..., chame como quiser. Depois dessa, eu sei, haverá uns quantos visitantes do blog, ou quantas, perguntando onde eu vivo. Para vir até aqui e quebrar minhas janelas, botar fogo no carro, envenenar os cachorros... etcétera.
A dor crônica e os iconoclastas
A medicina clínica está numa encruzilhada. Por um lado, modernizando-se ao ritmo alucinante da Tecnologia de Informação e cooptada pelos laboratórios farmacêuticos; e por outro, deixando mais e mais pessoas com dor crônica, desinformadas, subdiagnosticadas e, no final das contas, pouco ou nada efetivamente aliviadas. Este post é uma introdução a um artigo sobre o momento atual da prática médica no Brasil, escrito por um médico de renome e endereçado a médicos atentos.