Dor Crônica

Dor Crônica

Tudo que você queria saber sobre fibromialgia e tinha medo de perguntar
A fibromialgia é a bola da vez na medicina que cuida de dores crônicas inexplicáveis – ou não específicas, ou como quiser chamar o que provoca sofrimento sem causa aparente. Dentre todos as doenças que apresentam essa característica, essa síndrome/doença crônica é hoje a mais prevalente, no Brasil e em muitos outros países. Esse post apresenta um ebook inédito que destrincha o tema de cabo a rabo, feito para os já diagnosticados com fibromialgia e também para os que pensam vir a sê-lo.
Fibromialgia e os medicamentos
Um número significativo de pacientes com fibromialgia não responde adequadamente aos medicamentos que são prescritos ou experimenta efeitos colaterais intoleráveis. Esse post entra nos detalhes.
Dor crônica 1.0
Confesse: você ouviu falar de dor crônica, porém ignora o que, no fundo, sabe que deveria saber sobre ela... e isso lhe incomoda. Afinal, você vive com essa dor... ou melhor, ela não deixa você viver. E ficar nessa inocência é como transitar pelo Iêmen sem falar iemenita, concorda? Mas não se aflija. Se você se enquadrar nessa categoria, leia esse post em que eu lhe ofereço uma saída... boa, bonita e barata.
Dor crônica de alto impacto: quem é o principal alvo?
Uma avaliação abrangente pode orientar a seleção de tratamentos com maior probabilidade de beneficiar o paciente idoso e identificar alvos para intervenção além do alívio da dor. Eis a recomendação dos autores desse artigo, a qual vem acompanhada de um guia prático para levá-la adiante.
Dor crônica? Ora, vai um comprimido aí?
Se você já desistiu de um tratamento medicamentoso prescrito com receita e tudo, já imagina o que vou lhe dizer: que isso foi um erro. E provavelmente foi. Porém, às vezes não é. As regras para “tomar remédios” não são infalíveis que nem o Papa. O seu fígado também importa.
Dor crônica no Brasil: apagando o incêndio. Com um conta-gotas.
A educação em dor não é apenas uma espécie de higiene mental politicamente correta. Ela é terapia com fins analgésicos e desestressantes. E se bem-feita e em conjunto com outros aportes (ex.: exercício), há evidências de que ela “funciona” nesses sentidos, e melhor do que fármacos. Contudo, educar gente em dor num país continental como o Brasil requer “sair da caixa”, abandonar os enfoques pedagógicos convencionais e criar soluções massivas, que talvez atentem para pouco, mas atinjam muitos.
Tratamento da dor crônica – o melhor versus o possível
Nos últimos cem anos os terráqueos passaram a depender – doentiamente, aliás – da medicina convencional e da farmacologia comercial para curar doenças e aliviar dores. Mas, essa dependência tem limites e está se reduzindo enquanto as doenças e dores crônicas crescem. Que tipo de tratamento pode vir a resolver isso?
Dores femininas: é tudo culpa da biologia?
Na América do Norte, no Reino Unido, na Suécia, na Austrália... há evidências de que as mulheres não recebem do(a)s médico(a)s o mesmo tratamento dado aos homens... e de que algumas acabam padecendo ou falecendo antes da hora por esse motivo. Eu perguntei aos seguidores do blog se isso era “assunto” no Brasil. Veja aqui os resultados dessa enquete.
Você tem fibromialgia? E será que tem mesmo?
Atualmente há evidências claras, colhidas e divulgadas por cientistas de ponta, de que a maioria dos casos clínicos de fibromialgia nos EUA não atinge os níveis de gravidade considerados diagnósticos. (Leia-se, os critérios diagnósticos clínicos não permitem diagnosticar com precisão.) Em vez disso, uma pessoa portar fibromialgia depende mais da sua persona psicossocial, do que dos sintomas biológicos que ela apresenta. Isso, claro, no Grande País do Norte. E por que no Brasil seria diferente?
AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!! Você sabe o que é isso?
Na última década um grupo de doenças crônicas, as autoimunes mais a fibromialgia, tem sido associadas à hipersensibilidade do Sistema Nervoso Central e Sistema Nervoso Periférico. Grosso modo, hipersensibilidade significa que a pessoa doente sente mais dor do que sentiria se estivesse saudável. Mas o que é "sentir mais dor"? Isso tem a ver com o limiar de sensibilidade à dor, o limiar da tolerância à dor da pessoa, e a intensidade da dor da pessoa num determinado momento. Se você for portador de uma ou mais dessas doenças que provocam hipersensibilidade à dor, e quiser conversar com o seu médico sobre isso, é imprescindível entender e diferenciar bem esses três conceitos.
A dor feminina e a sua opinião
O impacto biológico da dor, o seu significado e a reação que suscita na pessoa são diferentes na mulher em comparação com o homem. Disso, já há evidências. O que me intriga é como esse achado é visto em países desenvolvidos, desde o Reino Unido e Canada, passando pelos EUA e indo para Austrália, em comparação com como ele é visto no Brasil. Lá fora, a constatação gera uma denúncia: por que isso é ignorado pelos laboratórios ao testar novas drogas, ou comercializar as antigas? Até pouco tempo atrás, o FDA americano excluía as mulheres das amostras em que as novas drogas eram testadas. E por que as dores femininas não são tão levadas a sério quanto deveriam pelos médicos, que as atribuem a emoções, catastrofismo, depressão etc.? Numa pesquisa canadense, 80% das mulheres entrevistadas declararam ter se sentido constrangidas ou não escutadas pelos médicos que as examinaram. Se você for comentar sobre DORES FEMININAS NO BRASIL, você incluiria as questões anteriores – que pouco têm a ver com biologia – ou as deixaria de fora por serem irrelevantes para a saúde da mulher?