Dor Crônica

Dor Crônica

Covid-19 e os portadores de doenças crônicas: quem corre mais risco?
Será que todas as doenças crônicas apresentam o mesmo risco quando associadas ao COVID-19? E de que tipo de risco está se falando? Em cada 2 brasileiros é provável que um deles seja portador de uma ou mais doenças crônicas – principalmente se tiver acima de 60 anos. Isso deve somar milhões de pessoas. Todas elas devem ficar igualmente angustiadas ante a perspectiva de “pegar o vírus”? Veja nesse post respostas a essa pergunta que a mídia ainda não trouxe.
COVID-19 e dor crônica: qual é a relação?
A infecção com o Covid-19 afeta principalmente pessoas acima de 60 anos com mais de uma condição crônica (comorbidade). Isso você já sabe. O que talvez não saiba é que a mera perspectiva de “pegar o vírus” gera em muitos ansiedade demais... o que, se se estender por muito tempo (e 4 ou 5 meses é muito tempo), pode causar dano mental e até orgânico. Previna-se informando-se aqui em detalhe sobre esse processo perverso.
SCAD: ignorar o que é, pode custar a (sua) vida
Há um problema cardíaco que pode causar morte súbita se não for diagnosticado e tratado imediatamente. É justamente isso que está acontecendo na América do Norte, onde atualmente é a principal causa de morte por motivo cardiológico entre as mulheres com menos de 50 anos. Detalhe: até muito pouco tempo pensava-se que aquilo era muito incomum, ao ponto de pouquíssimos médicos se preocuparem em saber o que fazer em caso do distúrbio se apresentar. O que será? Informe-se nesse artigo pautado em matéria da Clínica Mayo.
As dores crônicas da mulher: um paradoxo no armário?
A mulher sofre com dor mais do que o homem e, no entanto, é menos protegida pelo sistema de saúde – farmacologia, atendimento médico, planos de saúde – do que este. E isso em boa parte ocorre por causa de um “viés de gênero”. Um preconceito do tipo “Me Tarzan, you Jane”, que subliminarmente ou não, considera a mulher um indivíduo inferior ao homem. Machismo..., chame como quiser. Depois dessa, eu sei, haverá uns quantos visitantes do blog, ou quantas, perguntando onde eu vivo. Para vir até aqui e quebrar minhas janelas, botar fogo no carro, envenenar os cachorros... etcétera.
A dor crônica e os iconoclastas
A medicina clínica está numa encruzilhada. Por um lado, modernizando-se ao ritmo alucinante da Tecnologia de Informação e cooptada pelos laboratórios farmacêuticos; e por outro, deixando mais e mais pessoas com dor crônica, desinformadas, subdiagnosticadas e, no final das contas, pouco ou nada efetivamente aliviadas. Este post é uma introdução a um artigo sobre o momento atual da prática médica no Brasil, escrito por um médico de renome e endereçado a médicos atentos.
Get your kicks, on route 66!
Route 66 é uma série de televisão estadunidense de sucesso nos anos 60. Contava a história de dois jovens que viajavam em um Chevrolet Corvette pela Route 66, a estrada mais famosa do Grande País do Norte. A série era muito popular e a música instrumental que serviu de tema se tornou um grande hit. Reprises ainda pipocam por aí.
Coração: fatores de risco exclusivos das mulheres
Uma abordagem médica pautada por pesquisas realizadas mormente em homens – sintomas como dor no peito que irradia para o braço esquerdo – tem deixado muitas mulheres subdiagnosticadas e subtratadas. Elas geralmente apresentam falta de ar, náusea ou vômito e dor nas costas ou na mandíbula. Como resultado desse viés no diagnóstico, não são poucas as que têm falecido desnecessariamente. Sabia disso? Saiba mais nesse post.
Armas de destruição em massa para acabar com a dor crônica?
O que você faz diante de um muro de 4 metros de altura com uns 47 cães selvagens no seu encalço? Enfrentá-los? Fight or flight? Nem pensar. Situação sem saída. Flight, então. Porém são 4 metros! Então você decide escalar o muro. Como? Ora, com as unhas, os dentes, a língua, o que for. A educação em dor vive uma situação parecida. O paciente sofredor é o educando, e alguém precisa educá-lo. Mas esse “alguém”, na prática, não existe. Então o Dr. Moseley, um especialista em dor respeitado em todo mundo, propõe virar a situação pelo avesso. E assim, quem sabe, desarmar de vez essa paródia em que a educação em dor se transformou. Nesse post ele conta como.
O uso de comics no alívio da dor crônica
Nessa semana temos o Comic Con Experience em São Paulo. Movimenta quase um quarto de milhão de pessoas e mais de um quarto de bilhão de dólares, a mídia diz. Ou seja, comics transmite, sensibiliza, movimenta… E será que cartuns – antecessores dos comics – podem ter efeito similar na população dos que sofrem com dores crônicas? Será?