Dor Crônica

Dor Crônica

A mulher sente dor diferente do homem? Você nem imagina quanto.
As diferenças entre homens e mulheres na percepção da dor são notórias e comprovadas pela pesquisa médica. No entanto, a medicina enquanto uma disciplina que envolve pesquisa, farmacologia, atendimento, academia etc., não leva isso devidamente em conta. Os que fizeram a sua história mormente foram homens e isso ficou impresso nas normas, valores, hierarquias... que até hoje a regem. O resultado, conforme evidências sobejamente levantadas no exterior, não é bom para a saúde física e mental das mulheres. No Brasil, porém, o tema é um não-tema, ou seja, não existe. Expondo-o talvez seja possível interessar alguém nele. É o que esse post se propõe a fazer.
A fibromialgia e o atendimento médico: um segredo de polichinelo
Com o tempo, a fibromialgia passou a ser o repositório de dores de todo tipo, principalmente se reportadas por mulheres, desde que estes careçam de explicação. Em parte, isso é devido à natureza muito complexa da fibromialgia. Tanto assim, que essa doença congrega atualmente mais artigos científicos escritos do que qualquer outra do gênero crônico, e no entanto, ainda sequer um tratamento padrão para ela é consenso na medicina. A outra parte responsável pelo pouco progresso alcançado no conhecimento da fibromialgia é um Segredo de Polichinelo: os médicos a cargo do atendimento primário não gostam de fibromiálgicos, ou melhor, de gente que os consulta alegando ter dor em todo o corpo sem causa evidente. Motivos eles têm. Este post, se vale de uma publicação feita no exterior, para ventilar o assunto por aqui. É melhor para a saúde.
Um bom presente de natal
A maioria das pacientes que sofrem com dores crônicas precisam ser educadas para entender e controlar melhor sua condição. Os únicos educadores em que elas em geral acreditam são os profissionais que cuidam de sua saúde, especialmente médicos e médicas. Este post é um convite para essas pacientes ajudarem esses profissionais a lhes providenciar a educação necessária.
Você ignora a origem da sua dor? Tente aqui.
O blog dorcronica fez parceria com a ViewMedica, um sistema de informação médica de fama mundial. Eu vou mostrar como você pode se beneficiar disso, seja por estar sentindo alguma dor, ou por ser um profissional da saúde que cuida de gente com dor.
Você pensa estar com fibromialgia? Siga essa trilha – Parte 1.
A fibromialgia é hoje uma epidemia. Com a cefaleia e a dor nas costas, ela ocupa o podium das doenças crônicas mais prevalentes no Brasil. Mas não é uma doença de fácil diagnóstico. Dor generalizada é um sintoma nada específico, e fora isso, várias outras doenças parecem demais com a fibromialgia, exigindo um diagnóstico diferencial. Isso faz dessa doença, o paria das dores crônicas, e do seu portador – em geral, uma mulher entre os 30 e 50 anos – o paria dos pacientes com dor crônica. Este post, dividido em duas partes, mostra a quem suspeita padecer de fibromialgia como investir tempo, dinheiro e esperança da maneira certa, no alívio dessa condição.
Antidepressivos funcionam
Os psiquiatras selecionam a melhor estratégia de medicação antidepressiva para os pacientes, seguindo essas 4 normas ao prescrevê-los: o medicamento certo, a dose certa, o método de administração certo e pelo período certo. Mesmo assim, se os pacientes não sentirem resultados com rapidez suficiente, eles desistem de seus medicamentos. Por que fazem isso? Em parte, porque ignoram o que estão tomando. Este post visa informar o básico sobre antidepressivos, agora que há evidências de que a maioria deles funciona, seja para diminuir a depressão ou aliviar a dor crônica, ou ambas as coisas.
Terapias mente-corpo para as seis dores crônicas mais prevalentes: Artrite Reumatoide
Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, a Artrite Reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica que pode afetar várias articulações. A causa é desconhecida e acomete as mulheres duas vezes mais do que os homens. Inicia-se geralmente entre 30 e 40 anos e sua incidência aumenta com a idade. Este post descreve as conclusões de uma revisão de oito estudos confirmando que as terapias mente-corpo podem aliviar a dor e a função física.
Terapias mente-corpo para as seis dores crônicas mais prevalentes: Osteoartrite
Atualmente não há cura para Osteoartrite (OA). O foco do tratamento é o controle da dor e da disfunção relacionadas ao distúrbio. As diretrizes do American College of Rheumatology (ACR) para o tratamento médico da OA recomendam terapias não farmacológicas como curso de tratamento de primeira linha. As diretrizes de prática mais recentes da Osteoarthritis Research Society International (OARSI) colocam ênfase inicial em estratégias de autoajuda e terapias orientadas para o paciente, em oposição a tratamentos passivos fornecidos por profissionais de saúde. Este artigo descreve as conclusões de uma revisão de oito estudos confirmando essas orientações: as terapias mente-corpo podem aliviar a dor da osteoartrite do joelho, e a função física.
Dor no pescoço: a dor crônica que só perde para a dor lombar
Seis terapias integrativas – tai chi, qi gong, ioga, acupuntura, atenção plena e biofeedback – estão sendo chamadas a aliviar as seis dores crônicas mais prevalentes no mundo: fibromialgia, dor de cabeça, dor lombar, dor no pescoço, osteoartrite e artrite reumatoide. No post de hoje, o foco é a Dor no Pescoço.
Dor na mulher. Interessa?
O Projeto DOR NA MULHER é uma iniciativa 100% filantrópica do blog Dor Crônica, que visa alinhar o Brasil com outros países onde a atenção dada à saúde da mulher está sendo questionada. Conheça!
Por que as mulheres experimentam dor crônica com mais frequência que os homens?
“O ônus da dor recai significativamente sobre as mulheres em comparação aos homens, e se você aceitar isso, imediatamente surgirão outras questões sobre o porquê disso e suas implicações no tratamento e na pesquisa da dor.” Eis o título de uma palestra proferida recentemente por um renomado cientista da dor num congresso internacional. Saiba quem é ele, onde palestrou e principalmente quais foram são suas razões.
Dor na mulher. Participe e faça história.
Você já deve ter participado de muitas pesquisas de opinião, sobre isso e aquilo. Gostaria de convidá-la a participar em mais uma, enquanto paciente portadora de uma dor crônica – se for o caso. Mais especificamente, o convite é para opinar sobre o atendimento médico recebido nessa condição.