Dor Crônica

Dor Crônica

Síndrome do intestino irritável: a dor crônica que muitos têm e da qual poucos querem falar
Geralmente, quando pensamos em dores crônicas nos esquecemos das dores crônicas viscerais – e como elas são prevalentes. A denominada Síndrome do Intestino Irritável (ou SII), por exemplo, é uma doença crônica que afeta nada menos que 11% da população mundial. Este post visa informar sobre ela. A propósito, o seu intestino anda funcionando bem nos últimos tempos? Opa! desculpe, não precisa responder.
Tudo que você queria saber sobre fibromialgia e tinha medo de perguntar - As primeiras reações
As reações dos visitantes do blog que tem acessado a Parte 1 do ebook “Tudo que Você Queria Saber sobre FIBROMIALGIA e Tinha Medo de Perguntar” são muito parecidas às minhas ao longo dos vários meses que me dediquei a produzi-lo. Elas não completam o quadro porque o tema é vasto – apenas essa Parte 1 têm 92 páginas – mas fornecem um bom desenho do que a fibromialgia é atualmente: uma doença que afeta muita gente, sobre a qual muito se fala e quase nada realmente se sabe. Uma filha pródiga da medicina, noutras palavras.
Tudo que você queria saber sobre fibromialgia e tinha medo de perguntar
A fibromialgia é a bola da vez na medicina que cuida de dores crônicas inexplicáveis – ou não específicas, ou como quiser chamar o que provoca sofrimento sem causa aparente. Dentre todos as doenças que apresentam essa característica, essa síndrome/doença crônica é hoje a mais prevalente, no Brasil e em muitos outros países. Esse post apresenta um ebook inédito que destrincha o tema de cabo a rabo, feito para os já diagnosticados com fibromialgia e também para os que pensam vir a sê-lo.
Fibromialgia e os medicamentos
Um número significativo de pacientes com fibromialgia não responde adequadamente aos medicamentos que são prescritos ou experimenta efeitos colaterais intoleráveis. Esse post entra nos detalhes.
Dor crônica 1.0
Confesse: você ouviu falar de dor crônica, porém ignora o que, no fundo, sabe que deveria saber sobre ela... e isso lhe incomoda. Afinal, você vive com essa dor... ou melhor, ela não deixa você viver. E ficar nessa inocência é como transitar pelo Iêmen sem falar iemenita, concorda? Mas não se aflija. Se você se enquadrar nessa categoria, leia esse post em que eu lhe ofereço uma saída... boa, bonita e barata.
Dor crônica de alto impacto: quem é o principal alvo?
Uma avaliação abrangente pode orientar a seleção de tratamentos com maior probabilidade de beneficiar o paciente idoso e identificar alvos para intervenção além do alívio da dor. Eis a recomendação dos autores desse artigo, a qual vem acompanhada de um guia prático para levá-la adiante.
Dor crônica? Ora, vai um comprimido aí?
Se você já desistiu de um tratamento medicamentoso prescrito com receita e tudo, já imagina o que vou lhe dizer: que isso foi um erro. E provavelmente foi. Porém, às vezes não é. As regras para “tomar remédios” não são infalíveis que nem o Papa. O seu fígado também importa.
Dor crônica no Brasil: apagando o incêndio. Com um conta-gotas.
A educação em dor não é apenas uma espécie de higiene mental politicamente correta. Ela é terapia com fins analgésicos e desestressantes. E se bem-feita e em conjunto com outros aportes (ex.: exercício), há evidências de que ela “funciona” nesses sentidos, e melhor do que fármacos. Contudo, educar gente em dor num país continental como o Brasil requer “sair da caixa”, abandonar os enfoques pedagógicos convencionais e criar soluções massivas, que talvez atentem para pouco, mas atinjam muitos.
Tratamento da dor crônica – o melhor versus o possível
Nos últimos cem anos os terráqueos passaram a depender – doentiamente, aliás – da medicina convencional e da farmacologia comercial para curar doenças e aliviar dores. Mas, essa dependência tem limites e está se reduzindo enquanto as doenças e dores crônicas crescem. Que tipo de tratamento pode vir a resolver isso?
Dores femininas: é tudo culpa da biologia?
Na América do Norte, no Reino Unido, na Suécia, na Austrália... há evidências de que as mulheres não recebem do(a)s médico(a)s o mesmo tratamento dado aos homens... e de que algumas acabam padecendo ou falecendo antes da hora por esse motivo. Eu perguntei aos seguidores do blog se isso era “assunto” no Brasil. Veja aqui os resultados dessa enquete.
Você tem fibromialgia? E será que tem mesmo?
Atualmente há evidências claras, colhidas e divulgadas por cientistas de ponta, de que a maioria dos casos clínicos de fibromialgia nos EUA não atinge os níveis de gravidade considerados diagnósticos. (Leia-se, os critérios diagnósticos clínicos não permitem diagnosticar com precisão.) Em vez disso, uma pessoa portar fibromialgia depende mais da sua persona psicossocial, do que dos sintomas biológicos que ela apresenta. Isso, claro, no Grande País do Norte. E por que no Brasil seria diferente?