Dor Crônica

Dor Crônica

Breaking news, good news!
Após dois anos no ar o volume de informações hospedadas no blog – a razão de meia dúzia de postagens por semana – cresceu ao ponto de se tornar um problema. Posts, artigos e e-books de boa qualidade publicados há dois ou quatro meses perdem valor em relação aos publicados nessa semana. Sem motivo, porque a maioria dos temas – fibromialgia, dor lombar, dor crônica na mulher, neurociência da dor, psicologia da dor, etc – não mudam tão velozmente. A solução encontrada, descrita nesse post, irá facilitar a navegação do visitante pelo blog, e a busca do que lhe interessa.
Dançando com (a) dor
A dor é uma mistura de diferentes fatores, complexos por natureza (não apenas coincidência ou azar), que a tornam um fenômeno estranho, difícil de explicar, quando mais de aprender. A dança, porém, tem a capacidade de expressar mensagens complexas e suscitar uma reflexão talvez com maior vigor que a leitura. Nesse post apresento um breve vídeo sugerindo, através da dança, o que a dor crônica evoca em adolescentes. Como em toda produção artística, a mensagem não é uma só. Cada espectador precisa construir a sua.
Você suspeita ter fibromialgia? – Parte 4
Desde a sua formulação em 1990, os Critérios Preliminares de Classificação da fibromialgia propostos pelo American College of Rheumatology foram a “regra d´ouro” na prática clínica. Ou na teoria, melhor dizendo, porque na verdade eles mereceram aceitação universal de cientistas e pesquisadores epidemiologistas, mas nem tanto dos clínicos. A maioria destes, sabe-se, nunca chegou a utilizá-los como previsto. A ponto que em 2009, na Alemanha, uma dezena de cientistas recomendou mudanças rapidamente aceitas. Este post, baseado no e-book “Tudo que você queria saber sobre Fibromialgia e tinha medo de perguntar – Volume 2”, comenta o que mudou.
Dores frequentes. Escolha o seu.
Após uma farmacêutica multinacional pesquisar as dores mais frequentes todo ano em duas ou três dezenas de países, a lista é sempre encabeçada por dores de cabeça e dores musculoesqueléticas ou vice-versa. No Brasil não é diferente. Nesse post, eu apresento o que o dorcronica.blog.br está fazendo para ajudar os que sofrem com essas dores a achar mais rapidamente o caminho que conduz ao diagnóstico e tratamento certos.
Você suspeita ter fibromialgia? – Parte 3
No post anterior eu mostrei a evolução e atual situação dos critérios de diagnóstico da fibromialgia recomendados pelo American College of Rheumatology. Muitos médicos ainda não sabem o quanto eles evoluíram desde que publicados pela primeira vez, em 1990. Parte dessa evolução é o aparecimento de outras opções de diagnóstico como a formulada por um grupo de especialistas convocado por um consórcio formado por uma instituição semiprivada (ACTTION), o FDA e a American Pain Society. Este post apresenta essa proposta em detalhe.
Rigidez matinal, dor nas juntas... Você pode resolver isso.
A dor nas juntas pode ser um sintoma de artrite. Mas também pode ser apenas uma prova de que você está... enferrujado. Em ambos os casos o que cabe é passar a se exercitar direito. Nesse post comenta-se a publicação pelo blog, de um breve e-book sobre rigidez matinal visando motivar pessoas maiores de 60 anos a praticar, em poucos minutos cada manhã, movimentos e exercícios que aliviam o incômodo.
Você suspeita ter fibromialgia? – Parte 2
Nesse segundo post vou mostrar os Critérios de Diagnóstico da Fibromialgia do American College of Rheumatology, publicados em 2016, e ainda vigentes. A publicação se justifica por que, na minha opinião, eles não são conhecidos – nem a história de porque e como eles vieram à tona – pelos médicos no atendimento primário. Lembremos que é nessa linha de frente que recai a responsabilidade de um diagnóstico que frequentemente irá determinar o tratamento, e o sofrimento, do paciente nos meses e anos vindouros.
Sim, você aí. Acha que ficar em casa é para ficar parado(a)?
Após qualquer idade o pior exercício é o que não se faz. Especialmente após os sessenta e tantos, aqueles considerados bípedes de alto risco para efeitos do Covid 19. A imobilidade tem ao menos dois custos, porém. O do enfraquecimento do sistema imunológico e o desuso. Sim, o tal do “desuso” existe na nomenclatura médica: quando o sistema musculoesquelético se degrada por... falta de uso. Nesse post apresento como combater essa outra praga, a do imobilismo nos idosos, pela via de exercícios que eles possam fazer em suas residências, sem se sentir humilhados ou ridículos, e que contribuam a deixá-los mais soltos e flexíveis, e com menos dores.
Dor nas juntas: você está nesse grupo de risco?
À medida que envelhecemos, as articulações do corpo enrijecem. Porém, elas não envelhecem da mesma maneira que as pessoas, nem pelos mesmos motivos. É preciso entender isso e aprender também a amenizar seus efeitos. Este post explica a “dor nas juntas” e oferece um vídeo made-by-mim-mesmo mostrando uma série de movimentos matinais fáceis, breves e seguros, que ajudam a encarar o dia sem desconforto.
Você suspeita ter fibromialgia? Parte - 1
Este post é o primeiro de uma série de três sobre como diagnosticar fibromialgia. Baseado num resumo a cargo do staff médico da Mayo Clinic, ele foca no que uma pessoa que pensa ter a doença pode esperar de uma consulta médica. O segundo post se refere aos critérios de diagnóstico recomendados pelo American College of Rheumatology, hoje vigentes em todo o mundo. E o terceiro post apresenta os critérios de diagnóstico da doença recentemente propostos por uma parceria público-privada ACTTION, a Food and Drug Administration (FDA) e a American Pain Society (APS).