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Terapias mente-corpo para as seis dores crônicas mais prevalentes. Post 1: Fibromialgia
Conheça as evidências hoje existentes sobre a contribuição de seis terapias integrativas – tai chi, qi gong, ioga, acupuntura, atenção plena e biofeedback – ao alívio das seis dores crônicas mais prevalentes no mundo: fibromialgia, dor de cabeça, dor lombar, dor no pescoço, osteoartrite e artrite reumatoide. No post de hoje, o foco é a Fibromialgia.
50 tons de cinza da Covid-19: a distância social de mentira
Como desde sempre as autoridades de saúde pública de todos os países têm recomendado uma distância social entre 1,0 e 1,50 metros, a medida foi confundida como um padrão ouro garantindo segurança total. Mas isso não reflete como realmente esse vírus se espalha, segundo vários pesquisadores citados neste post. Baseado nisso eu apresento uma diretriz nova, revolucionária, que pode salvar vidas em tempos de Covid-19.
A depressão é curável? – Post 6
Após alguns meses de intervalo, voltamos a publicar mais um post da série sobre DEPRESSÃO, com a opinião do sexto dos 17 médicos espalhados pelo mundo que respondem à pergunta sobre se ela é mesmo curável. Aqui, a opinião do Dr. M. R. El-Fiky, da Arábia Saudita.
Breaking news, good news!
Após dois anos no ar o volume de informações hospedadas no blog – a razão de meia dúzia de postagens por semana – cresceu ao ponto de se tornar um problema. Posts, artigos e e-books de boa qualidade publicados há dois ou quatro meses perdem valor em relação aos publicados nessa semana. Sem motivo, porque a maioria dos temas – fibromialgia, dor lombar, dor crônica na mulher, neurociência da dor, psicologia da dor, etc – não mudam tão velozmente. A solução encontrada, descrita nesse post, irá facilitar a navegação do visitante pelo blog, e a busca do que lhe interessa.
Como invejo você!
As imagens das praias lotadas nesse feriado falam por si sós. O que elas significam? Que a dificuldade para enfrentar o vírus no Brasil não é médica, sanitária ou econômica. É moral.
Médicos devem reconhecer as diferenças de gênero
Nesse post apresento um artigo de autoria da Dra. Marcia L. Stefanick, da Stanford University. Ele é uma amostra do que é a segunda parte de “O Paradoxo de EVA”, um e-book que comenta o contraste entre o sofrimento da mulher e os cuidados de saúde que ela recebe, especialmente em relação a dores crônicas, nas que ela em geral prevalece sobre o homem. “Doctors Must Dig into Gender Difference to Improve Women’s Health Care”, ou “Os médicos devem investigar as diferenças de gênero para melhorar os cuidados de saúde da mulher”, é tão direto quanto o e-book, e talvez venha a incomodar muita gente. As verdades ocultas quase sempre dão nisso.
50 tons de cinza da Covid-19 no Brasil: os recuperados de mentira
No fim do ano, a perspectiva de ao menos um milhão de brasileiro(a)s que se curaram da Covid-19 será a de enfrentar uma existência miserável nos meses seguintes, ou pelo resto da vida. Poderão ficar doentes, com problemas no coração, nos pulmões ou no cérebro por meses, em vez das duas ou três semanas previstas pela Organização Mundial da Saúde. Que a infecção com a Covid-19 pode deixar sequelas variadas e nada leves, vem sendo denunciado progressivamente por cientistas em todo o mundo. Mas por aqui parece que ninguém se importa.
Dançando com (a) dor
A dor é uma mistura de diferentes fatores, complexos por natureza (não apenas coincidência ou azar), que a tornam um fenômeno estranho, difícil de explicar, quando mais de aprender. A dança, porém, tem a capacidade de expressar mensagens complexas e suscitar uma reflexão talvez com maior vigor que a leitura. Nesse post apresento um breve vídeo sugerindo, através da dança, o que a dor crônica evoca em adolescentes. Como em toda produção artística, a mensagem não é uma só. Cada espectador precisa construir a sua.