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Enfrentando a dor crônica: a técnica (finalmente)
Ao enfrentar uma dor crônica, de pouco ou nada adianta desespero ou esperança, boa ou má vontade. O fundamental é ter uma estratégia. Você primeiro mapeia a situação para descobrir o que é prioritário e/ou essencial; depois escolhe um método para intervir em prol de uma mudança desejada; e por fim, aplica uma ou mais técnicas para concretizá-la. Porém, que técnica poderia ser essa? Esse post apresenta uma que talvez você não conheça.
Você suspeita ter pego a Covid-19. Faz o quê? Dez segundos para responder.
A notícia de que alguém do núcleo familiar mais próximo, ou um(a) amigo(a) do peito, foi pego pela Covid-19 é um momento da verdade. Um momento desses em que você é obrigado a mostrar de que material é feito, e que amiúde acaba mostrando que isso, o material, está mais para lã do que para aço. Uma maneira de contornar a paralisia, ou de encurtá-la, é se informar sobre o protocolo a seguir assim que os sintomas da Covid-19 se fizerem notar. Esse protocolo existe, feito por médicos experientes. E existe, também, uma explicação gráfica muito clara mostrando quais testes de diagnóstico da Covid-19 escolher e quando, ao longo do período da infecção.
Você pensa estar com fibromialgia? Siga essa trilha – Parte 1.
A fibromialgia é hoje uma epidemia. Com a cefaleia e a dor nas costas, ela ocupa o podium das doenças crônicas mais prevalentes no Brasil. Mas não é uma doença de fácil diagnóstico. Dor generalizada é um sintoma nada específico, e fora isso, várias outras doenças parecem demais com a fibromialgia, exigindo um diagnóstico diferencial. Isso faz dessa doença, o paria das dores crônicas, e do seu portador – em geral, uma mulher entre os 30 e 50 anos – o paria dos pacientes com dor crônica. Este post, dividido em duas partes, mostra a quem suspeita padecer de fibromialgia como investir tempo, dinheiro e esperança da maneira certa, no alívio dessa condição.
A dor da mulher é diferente da dor do homem. Isso faz diferença na hora de diagnosticar e tratar?
Este post resume os resultados de uma enorme pesquisa a cargo de cientistas da Stanford University, apontando diferenças significativas entre “as dores da mulher” e “as dores do homem”. “O Paradoxo de EVA”, um ebook da minha autoria, cita dezenas de publicações científicas que comprovam isso, agregando, todavia, que essas diferenças não têm raízes apenas biológicas, mas também culturais. E que elas não estariam sendo levadas devidamente em conta pela medicina, seja na pesquisa ou no atendimento clínico, com consequências desastrosas para as mulheres, principalmente as portadoras de dor(es) crônica(s).
Uma campanha anti-covid-19 para chamar de sua
Boa parte da sobrecarga de trabalho que exaure os recursos e as energias da linha de frente no combate à Covid-19 decorre de gente que, por não usar máscara, ou por não usá-la direito, acaba se infectando. Este post apresenta um vídeo que é peça central de uma proposta mediática formidável, desenhada e apoiada por corporações hospitalares e pela mídia nos Estados Unidos, que entra no ar nessa semana com chances de gerar alguma mudança de comportamento nos que fogem da máscara. E por tabela, salvar vidas e poupar a linha de frente.
Covid-19 pelo mundo afora: 22-11-20
O tema da semana foi o de se estamos ou não numa Segunda Onda. Algo tão importante e decisivo quanto o sexo dos anjos ou a imortalidade do caranguejo. Enquanto isso, a maioria dos países do Ocidente – o Brasil muito incluído – pagam a conta que um dia fatalmente ia chegar. Veja a seguir, breves apontamentos sobre a pandemia que a mídia deixou passar.
Enfrentando a dor crônica: um método
Em post anterior apresentei o Mapa da Minha Dor, um recurso analítico que permite ao paciente com dor crônica identificar, com calma, os diversos efeitos da dor (sensoriais, emocionais, cognitivos e existenciais) sobre a sua vida. A questão agora é, se a ideia for agir para obter alívio, identificar em qual desses efeitos convém mexer primeiro, e com ajuda de qual método cognitivo-comportamental.
Então, a curva se achatou? Não! Ela virou.
Infelizmente, para surpresa de muitos, esse surto viral não segue a Lei de Newton. Nem tudo o que cai, cai para sempre. A expectativa sempre foi a de que o acumulado dos novos casos de infectados pela Covid-19 um dia parasse de crescer e a partir daí caisse a pino. Demorou muito em cair, e quando o fez, caiu devagar. E agora parou de cair. É a segunda onda? Quem viver, verá? Não. Convém ver logo agora, para se precaver... se isso for possível. Este post recorre a um recurso muito usado para antecipar o sobe-desce dos preços dos ativos financeiros, no intuito de explicar o comportamento futuro dos estragos causados pela Covid-19.
Antidepressivos funcionam
Os psiquiatras selecionam a melhor estratégia de medicação antidepressiva para os pacientes, seguindo essas 4 normas ao prescrevê-los: o medicamento certo, a dose certa, o método de administração certo e pelo período certo. Mesmo assim, se os pacientes não sentirem resultados com rapidez suficiente, eles desistem de seus medicamentos. Por que fazem isso? Em parte, porque ignoram o que estão tomando. Este post visa informar o básico sobre antidepressivos, agora que há evidências de que a maioria deles funciona, seja para diminuir a depressão ou aliviar a dor crônica, ou ambas as coisas.