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Eu sou enfermeira de uti. Estamos nos afogando.
Levará anos até que o impacto da pandemia sobre a saúde mental dos profissionais da saúde que a combateram na linha de frente seja totalmente avaliado, mas já se sabe que não será ameno. Um estudo publicado em 23 de março na revista médica JAMA descobriu que, entre 1.257 profissionais de saúde que trabalharam com pacientes com Covid-19 na China, 71,5% relataram sofrimento, 50,4% relataram sintomas de depressão, 44,6% sintomas de ansiedade e 34% insônia. Enfermeira(o)s e outros trabalhadores, puxavam a fila. Este post transcreve o relato dramático de uma enfermeira de UTI trabalhando no espaço reservado a pacientes com Covid-19.
O aplicativo que protege você (e sua família) do vírus
O aplicativo ALÍVIO CORONAVÍRUS já está gratuitamente disponível na plataforma Google. Ele é uma iniciativa da gente (dorcronica.blog.br) em parceria com a Faculdade de Medicina de Jundiaí (SP). Numa época em que o controle da onda viral depende de cada brasileiro entender a ameaça que o vírus representa para si e para o próximo, o jogo ALÍVIO CORONAVÍRUS visa informá-lo corretamente, de maneira lúdica, (sobre) tudo o que uma pessoa precisa entender do vírus e da ameaça que representa para si e para outros. Você acha que a mídia já mostrou isso? Tome cuidado. A mídia informa, mas não educa.
Os profissionais da saúde da linha de frente e o medo da Covid 19
No começo de junho, nos Estados Unidos, onde há estatísticas, quase 600 profissionais de saúde da linha de frente nos Estados Unidos tinham morrido por conta do Covid-19. Eu procurei dados no Brasil, e achei... nada. Enfim, na linha de frente no combate ao novo coronavírus estão médicos, enfermeiros e paramédicos, bem como funcionários cruciais de apoio à saúde, como maqueiros e zeladores de hospitais. De longe, a gente os vê se esforçar, adoecer, morrer, agradece e segue em frente. Mas o que será que sentem a respeito da situação que enfrentam todo dia? Um estudo tratou disso num país qualquer, talvez parecido com o Brasil. Este artigo resume o que foi averiguado.
A onda dos esquecidos crônicos
Igual às cirurgias eletivas, os serviços de prevenção e tratamento das doenças crônicas não transmissíveis como hipertensão e diabetes, entre outras, foram severamente interrompidos desde o início da pandemia do Covid-19. A extensão do impacto disso sobre os pacientes, e por tabela sobre o sistema de saúde, será conhecida mais adiante, mas pode-se adiantar que não será pequena. Pouco ou nada atualmente se fala no Brasil sobre essa ameaça concreta e visível. Eis o tema desse post. 
Covid 19: prontos para encarar a quarta onda?
Os surtos virais a cargo de parentes da Covid-19 – a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) – tiveram impacto psiquiátrico inegável sobre as populações afetadas. Danos imediatos nos pacientes infectados e seus familiares, como insônia e irritabilidade como consequências do estresse e da ansiedade provocados pelo confinamento e pela perspectiva de se infectar; e também danos de longo prazo, com sobreviventes apresentando perda de memória, alterações do sono e maiores níveis de estresse pós-traumático, depressão e ansiedade, meses ou anos após a recuperação do quadro viral.
Pilates e a busca da perfeição
Atualmente é fácil descobrir estudos sugerindo que o método Pilates é bom para um bocado de coisas saudáveis, como, por exemplo, a prevenção e/ou o alívio da dor lombar. Os benefícios obtidos, porém, dependem da qualidade do treino, da perfeição com que os exercícios são feitos. Eis o foco desse post. Se você for um adepto do Pilates, depois de assistir o vídeo aqui apresentado, a sua maneira de enfocar a prática não será mais a mesma – começando na próxima aula. As suas expectativas em relação ao que obter com esse método vão aumentar e o seu professor terá de rebolar para ajudá-lo(a) à concretizá-las.
Você suspeita ter fibromialgia? – Parte 3
No post anterior eu mostrei a evolução e atual situação dos critérios de diagnóstico da fibromialgia recomendados pelo American College of Rheumatology. Muitos médicos ainda não sabem o quanto eles evoluíram desde que publicados pela primeira vez, em 1990. Parte dessa evolução é o aparecimento de outras opções de diagnóstico como a formulada por um grupo de especialistas convocado por um consórcio formado por uma instituição semiprivada (ACTTION), o FDA e a American Pain Society. Este post apresenta essa proposta em detalhe.
Bem que eu te falei. Você não ouviu. Deu no que deu.
Primeiro foi o Dr Li Weinliang, que no hospital de Wuhan alertou para a existência de um virus mortal desconhecido. Depois foi o capitão do navio USS Theodore Roosevelt, Brett Crozier, que denunciou a presença de contágio viral em parte da tripulação. O doutor morreu e o capitão foi demitido. Agora é a vez de um respeitado epidemiologista dar a cara para os burocratas baterem, também nos Estados Unidos, o país que não por acaso disputa com o Brasil a liderança do ranking dos mortos diários pela Covid 19. Ele diz coisas que as “ otoridades” detestam. Mas convém prestar atenção dessa vez.
A vacina
O anúncio do acordo entre o Ministério da Saúde/Fiocruz e o Jenner Institute e Oxford Vaccine Group, da Universidade de Oxford, mais a AstraZeneca, para produção e distribuição de uma vacina contra Covid 19 mexeu com o noticiário sobre a pandemia, ao menos no Brasil. Este post mostra o panorama das vacinas Covid 19 no momento, primeiro, para depois focar apenas nas quatro ou cinco que mais interessam a nós, no Brasil – de que tipo elas são, quem as desenvolve e em que ponto do desenvolvimento estão.
Sem (muitas) palavras
Vivemos um momento histórico. Muitos países que eu pensava fossem civilizados (ou quase) estão a dar um show de insanidade e estupidez de proporções monumentais. Se antes haviam dúvidas quanto a que uma volta prematura ao normal faria com que a pandemia ganhasse tração, agora ninguém questiona. Porém, a insanidade não é essa, e sim continuar a acumular celeremente infectados e mortos como se isso fosse um requisito natural, pacífico e tranquilo de um novo normal.