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Mitos e fatos sobre a dor nas costas
Você já leu “O Poder do Mito”, do inglês Robert Campbell? Um clássico. Mitos são poéticos, mas não deixam de ser fantasias, e fatos, enfim, são fatos. A dicotomia entre uns e outros se dá em todas as áreas do conhecimento humano – a da medicina, inclusive. Por exemplo, o que é mito e o que é fato em relação à popular dor nas costas? Informe-se aqui.
Bom dia, flor do dia!
Num país de 215 milhões de habitantes é necessário recorrer a todos os meios de comunicação possíveis para disseminar conhecimento sobre a dor e seu gerenciamento entre a população com dor. O podcast pode ser infinitamente mais eficaz do que palestras e congressos, nesse sentido.
Armas de destruição em massa para acabar com a dor crônica?
O que você faz diante de um muro de 4 metros de altura com uns 47 cães selvagens no seu encalço? Enfrentá-los? Fight or flight? Nem pensar. Situação sem saída. Flight, então. Porém são 4 metros! Então você decide escalar o muro. Como? Ora, com as unhas, os dentes, a língua, o que for. A educação em dor vive uma situação parecida. O paciente sofredor é o educando, e alguém precisa educá-lo. Mas esse “alguém”, na prática, não existe. Então o Dr. Moseley, um especialista em dor respeitado em todo mundo, propõe virar a situação pelo avesso. E assim, quem sabe, desarmar de vez essa paródia em que a educação em dor se transformou. Nesse post ele conta como.
“Estresse bom” e dor. Acredite, eles andam juntos.
O estresse bom sempre se pensou que pudesse mascarar uma dor aguda. É o soldado que continua lutando mesmo ferido, ou o atleta olímpico que completa a prova mesmo machucado. Todavia, um estudo de pesquisadores israelenses e canadenses enfraquece essa noção. O estresse psicossocial agudo conduz ao descontrole da dor e isso pode prejudicar o organismo. Noutras palavras, ficar com raiva no trânsito quase todo dia, por exemplo, irá intensificar a dor que a pessoa vier a sentir depois por qualquer motivo, seja no dentista, ou batendo a perna na porta do carro.