Psicologia da Dor

Psicologia da Dor

Estresse: você precisa saber!
Sites e revistas propõem inúmeras medidas para lidar com o estresse. “Faça isso, faça aquilo...” e nenhuma delas parece funcionar. O número de estressados crônicos só aumenta. Por que isso? Porque são comandos que vem de fora da pessoa, como remédios comprados em farmácia. Convém tentar outra estratégia. Que tal mudar para: “Penso isso, penso aquilo...”?
“Psicologia e dor”. Como é que isto não foi escrito antes?
Ler e comentar um bom livro que trata de um bom tema é um prazer. “Psicologia e Dor – O que você deve saber”, faz jus a seu título: ele realmente cobre (quase) tudo o que um profissional da saúde deveria saber para prestar os primeiros auxílios psicológicos ao seu paciente com dor, no Século XXI. (Se ele(a) se dispõe a fazê-lo, bem, eis uma outra questão.) Atualizado, completo e muito claro, é um texto que complementa a educação em dor dos... educadores.
O pentágono e o seu estresse
O primeiro passo para tratar do estresse consiste em... conversar a respeito. E ninguém com mais autoridade para fazer isso que o médico. Tempo, um copo d’água e disposição para ouvir, podem resolver. O Pentágono é um passatempo digital que oferece ao estressado uma oportunidade de refletir sobre sua condição. Recomendá-lo aos pacientes pode ajudar muito na relação médico/paciente.
A dor do luto: ela também pode ser aguda ou crônica
A dor do luto se iguala a de pacientes que experimentam a dor psíquica que acompanha a depressão aguda, dizem os estudiosos. E a dor física de quem sofre de dor visceral, por exemplo, será que também se iguala? Ela pode ficar crônica? E se tal for o caso, como a biomedicina trata essa dor? Veja aqui algumas considerações infelizmente oportunas considerando tragédias recentes.