Q & A Jogo

Q & A Jogo

O que é Alívio, o Jogo?

Um passatempo digital que ensina sobre dor.

Por que um jogo como opção didática?

A razão mais óbvia – a de ser lúdico – não é a principal. A experiência da “dor” é multifatorial – ou seja, induzida por milhares de detalhes de fisiologia, psicologia… Um jogo digital explora essa diversidade melhor do que um texto, série de slides, ou vídeo.

Quem pode jogar?

Qualquer pessoa, seja leiga, profissional da saúde ou em vias de sê-lo.

Como assim?

São 2.500 afirmações sobre DOR.  Quem joga deve qualificar cada uma delas como “Verdadeira” ou “Falsa”. Há três níveis de complexidade: Básico, para os leigos, e Intermediário e Avançado, destinado a profissionais da saúde ou pessoas em vias de ser. Apenas um quarto segmento, sobre Neurociência, não tem divisões. O(a) jogador(a) escolhe em qual jogar e pode migrar de um a outro, se e quando quiser.

Por que Neurociência?

Quando você recebe um leve choque elétrico no braço e de imediato vê certas partes do seu cérebro piscar, você não mais duvida que a dor esteja 100% no cérebro e não na pele. E isso muda 4 séculos de conhecimento sobre o assunto. Hoje a Neurociência domina o saber sobre dor.

Por quanto tempo pode se jogar?

Pelo tempo que o(a) jogador(a) demorar em vencer ou perder, e isso é imprevisível. Cada segmento conta com mais de meio milhar de afirmações.

Como se ganha (ou perde) nesse jogo?

Ganha quem sabe mais sobre dor. Porém, sobre isso e outras regras é melhor se informar no tutorial incluído na introdução do Jogo.

Pode-se jogar várias vezes?

Quantas se quiser.

Uma pessoa?

Sim. E na falta de um adversário humano, há disponível um virtual.

Virtual?

Sim, um adversário articulado por inteligência artificial.

Como o Jogo Alívio educa?

Conhecer o resultado da resposta dada – Verdadeira o Falsa – já educa. Queira ou não, você repensa e renova o seu conhecimento. Fora isso, após cada resultado, certo ou errado, há sempre explicações, referências bibliográficas… O Jogo é literalmente uma enciclopédia em dor.

Em todos os níveis?

Sim. Mas, principalmente no nível Básico, onde todas as afirmações são seguidas de explicações e referências bibliográficas.

Porque no Básico?

O leigo não tem a obrigação de saber detalhes sobre dor. Os profissionais da saúde, sim. Afinal, o negócio deles é… dor. E são pessoas formadas, acostumadas a pesquisar dados científicos desde os tempos de faculdade.

E o jogo só consiste em responder Verdadeiro ou Falso?

Não, é muito mais do que isso. O percurso do(a) jogador(a) tem imprevistos, situações aleatórias ligadas ao tema DOR que dependem da sorte. Enfim, é um jogo digital didático. Um produto complexo, resultado de trabalho em equipe.

Que equipe?

Especialistas na arquitetura de jogos, programadores digitais, ilustradores, médicos, fisioterapeutas… e eu, que sou doutor em ciências do comportamento.

Foi feito no Brasil? Não é copiado?

Certamente não foi copiado. Até que eu gostaria de ter encontrado algo parecido no mundo para servir de referência. Não há.

Afirmar coisas sobre DOR é arriscado?

Bastante. No campo da Neurociência, e por tabela, no da DOR, por enquanto toda verdade pode ser passageira, provável. Mas é o que tem.

Qual o custo?

O acesso a 30 afirmações é gratuito, daí em diante custa US$ 0,99 acessar mais cem, e assim até esgotar a lotação por nível de complexidade escolhido. Se o(a) jogador(a) migrar interníveis, começa de zero.