Terapias para o Alívio da Dor & Outros

Terapias para o Alívio da Dor & Outros

O mindfulness e o seu cérebro em tempos de pandemia
Enfim, a pesquisa sobre mindfulness parece avançar a toda máquina e tudo indica que cada vez mais será demonstrada a sua utilidade prática no tratamento de problemas mentais por parte de profissionais da saúde em geral, em vez de ser uma exclusividade de psicólogos e psiquiatras. Este post mostra numa linha de tempo o desenrolar da atividade científica que há por trás disso.
Para que serve o mindfulness?
O sujeito que antes conseguia gerenciar períodos curtos de estresse – seja no trânsito, em reuniões no trabalho, discussões familiares etc., agora é obrigado a aturar relacionamentos interpessoais insuportáveis entre quatro paredes, seja com companheiro(a), filho(a)s, sogro(a)s, e até pets, por muito tempo. Por outro lado, há evidências de que uma exposição demorada e intensa como essa precipita o estresse crônico. Como sair dessa arapuca? Este post apresenta um vídeo, o segundo de uma série de quatro, que esclarece até que ponto aprender e praticar mindfulness pode ser uma saída viável, barata e eficaz.
Novo medicamento para osteoporose aumenta a densidade óssea
Dez milhões de pessoas têm osteoporose no Brasil, sendo que mulheres com 50 anos ou mais têm uma taxa de osteoporose quatro vezes maior e uma taxa de osteopenia duas vezes maior em comparação aos homens. O tratamento padrão é com alendronato de sódio, um fármaco inibidor específico da reabsorção óssea da classe dos bifosfonatos que apresenta alguns problemas após 2 ou 3 anos de uso. Agora um novo fármaco, denominado romosozumab, já aprovado nos EUA e atualmente sob análise na Anvisa, pinta no horizonte. E promete não apenas deter o processo de deterioração óssea, mas também reconstruir o já perdido. Será? Informe-se bem agora mesmo.
O dia da mulher. Uma reflexão como homenagem.
A celebração global do Dia Internacional da Mulher é um momento para refletir sobre o quão longe as mulheres chegaram, defender o que ainda é necessário e ações para continuar quebrando barreiras. Porém, no mundo da saúde, as mulheres que produzem a ciência da medicina, as que medicam gente, e as que são medicadas, têm o que celebrar? Fora do Brasil, a resposta não é alvissareira. E dentro? Este post revela, a quem interessar, a opinião estritamente pessoal que o condutor deste blog tem a respeito.
Um aplicativo sobre dor para chamar de seu
Nessa semana o JOGO ALÍVIO MULHER, um aplicativo inédito no mundo (“dá licença!”) estreia nas plataformas AppStore e Google PlayStore. Não é uma façanha, mas para quem carece dos recursos de uma multinacional, chega perto. Do momento que você decide ir avante com o invento até o momento em que ele se materializa na tela do seu celular, muitos dias, reais e tratativas se passaram. Nesse post, ao invés de simplesmente eu anunciar que o JOGO ALÍVIO MULHER está acessível para qualquer pessoa disposta a aprender sobre dores femininas crônicas, achei melhor contar como foi o processo.
Dor no carnaval. Pode uma coisa dessa?
“Deus nos colocou aqui, neste passeio de carnaval. Fechamos nossos olhos sem nunca saber onde nos levará em seguida”. Eis a declaração poética de um folião. Porém, e se por fechar os olhos ele acabar no Pronto Socorro sofrendo com uma lesão incapacitante e uma dor inesperada? Bem-vindo ao mundo real. Previna-se.
Você é médico, ou médica? Pare um minuto e leia isso aqui.
Na segunda metade do século XIX um médico canadense disse o seguinte: "Não desejo outro epitáfio... além da declaração de que ensinei estudantes de medicina nos ambulatórios, pois considero isso de longe o trabalho mais útil e importante para o qual fui chamado". Inventor da figura da residência na carreira médica, ele mudou fundamentalmente o ensino de medicina na América do Norte, e essa influência se espalhou por escolas de medicina em todo o mundo. Conheça, não, aprenda alguma coisa refletindo sobre alguns dos seus pensamentos nesse post.
Mãe, por que dói minha barriga?
O objetivo deste blog é um só: educar gente em dor. Ora, criança também é gente. E gente que precisa aprender sobre dor o antes possível para assim não ter que perambular de médico em médico e de farmácia em farmácia na vida adulta. A dor de barriga é um bom exemplo didático para a criança aprender como a dor é originada e processada pelo organismo e como preveni-la. O post encaminha o visitante a um vídeo de apenas 2 minutos, made-by-mim-mesmo, que um pai pode usar para educar em dor seus filhos, ou uma professora seus alunos. A dor de barriga é um pretexto.
O burnout das médicas
O presente post está baseado na última seção de um dos 24 capítulos do ebook “O Paradoxo de EVA”, que o blog irá publicar em breve. Esse capítulo em particular, trata do (escasso) peso relativo do “feminino” na indústria da saúde, notoriamente inferior ao dos homens. Este post, especificamente, comenta a taxa de burnout feminino (superior à masculina) entre as médicas em países desenvolvidos. Ela é preocupante. No Brasil poderia ser melhor?