Terapias para o Alívio da Dor & Outros

Terapias para o Alívio da Dor & Outros

Terapias mente-corpo para as seis dores crônicas mais prevalentes. Post 1: Fibromialgia
Conheça as evidências hoje existentes sobre a contribuição de seis terapias integrativas – tai chi, qi gong, ioga, acupuntura, atenção plena e biofeedback – ao alívio das seis dores crônicas mais prevalentes no mundo: fibromialgia, dor de cabeça, dor lombar, dor no pescoço, osteoartrite e artrite reumatoide. No post de hoje, o foco é a Fibromialgia.
Médicos devem reconhecer as diferenças de gênero
Nesse post apresento um artigo de autoria da Dra. Marcia L. Stefanick, da Stanford University. Ele é uma amostra do que é a segunda parte de “O Paradoxo de EVA”, um e-book que comenta o contraste entre o sofrimento da mulher e os cuidados de saúde que ela recebe, especialmente em relação a dores crônicas, nas que ela em geral prevalece sobre o homem. “Doctors Must Dig into Gender Difference to Improve Women’s Health Care”, ou “Os médicos devem investigar as diferenças de gênero para melhorar os cuidados de saúde da mulher”, é tão direto quanto o e-book, e talvez venha a incomodar muita gente. As verdades ocultas quase sempre dão nisso.
O mindfulness e o seu cérebro em tempos de pandemia
Enfim, a pesquisa sobre mindfulness parece avançar a toda máquina e tudo indica que cada vez mais será demonstrada a sua utilidade prática no tratamento de problemas mentais por parte de profissionais da saúde em geral, em vez de ser uma exclusividade de psicólogos e psiquiatras. Este post mostra numa linha de tempo o desenrolar da atividade científica que há por trás disso.
Para que serve o mindfulness?
O sujeito que antes conseguia gerenciar períodos curtos de estresse – seja no trânsito, em reuniões no trabalho, discussões familiares etc., agora é obrigado a aturar relacionamentos interpessoais insuportáveis entre quatro paredes, seja com companheiro(a), filho(a)s, sogro(a)s, e até pets, por muito tempo. Por outro lado, há evidências de que uma exposição demorada e intensa como essa precipita o estresse crônico. Como sair dessa arapuca? Este post apresenta um vídeo, o segundo de uma série de quatro, que esclarece até que ponto aprender e praticar mindfulness pode ser uma saída viável, barata e eficaz.
Novo medicamento para osteoporose aumenta a densidade óssea
Dez milhões de pessoas têm osteoporose no Brasil, sendo que mulheres com 50 anos ou mais têm uma taxa de osteoporose quatro vezes maior e uma taxa de osteopenia duas vezes maior em comparação aos homens. O tratamento padrão é com alendronato de sódio, um fármaco inibidor específico da reabsorção óssea da classe dos bifosfonatos que apresenta alguns problemas após 2 ou 3 anos de uso. Agora um novo fármaco, denominado romosozumab, já aprovado nos EUA e atualmente sob análise na Anvisa, pinta no horizonte. E promete não apenas deter o processo de deterioração óssea, mas também reconstruir o já perdido. Será? Informe-se bem agora mesmo.
O dia da mulher. Uma reflexão como homenagem.
A celebração global do Dia Internacional da Mulher é um momento para refletir sobre o quão longe as mulheres chegaram, defender o que ainda é necessário e ações para continuar quebrando barreiras. Porém, no mundo da saúde, as mulheres que produzem a ciência da medicina, as que medicam gente, e as que são medicadas, têm o que celebrar? Fora do Brasil, a resposta não é alvissareira. E dentro? Este post revela, a quem interessar, a opinião estritamente pessoal que o condutor deste blog tem a respeito.
Um aplicativo sobre dor para chamar de seu
Nessa semana o JOGO ALÍVIO MULHER, um aplicativo inédito no mundo (“dá licença!”) estreia nas plataformas AppStore e Google PlayStore. Não é uma façanha, mas para quem carece dos recursos de uma multinacional, chega perto. Do momento que você decide ir avante com o invento até o momento em que ele se materializa na tela do seu celular, muitos dias, reais e tratativas se passaram. Nesse post, ao invés de simplesmente eu anunciar que o JOGO ALÍVIO MULHER está acessível para qualquer pessoa disposta a aprender sobre dores femininas crônicas, achei melhor contar como foi o processo.
Dor no carnaval. Pode uma coisa dessa?
“Deus nos colocou aqui, neste passeio de carnaval. Fechamos nossos olhos sem nunca saber onde nos levará em seguida”. Eis a declaração poética de um folião. Porém, e se por fechar os olhos ele acabar no Pronto Socorro sofrendo com uma lesão incapacitante e uma dor inesperada? Bem-vindo ao mundo real. Previna-se.
Você é médico, ou médica? Pare um minuto e leia isso aqui.
Na segunda metade do século XIX um médico canadense disse o seguinte: "Não desejo outro epitáfio... além da declaração de que ensinei estudantes de medicina nos ambulatórios, pois considero isso de longe o trabalho mais útil e importante para o qual fui chamado". Inventor da figura da residência na carreira médica, ele mudou fundamentalmente o ensino de medicina na América do Norte, e essa influência se espalhou por escolas de medicina em todo o mundo. Conheça, não, aprenda alguma coisa refletindo sobre alguns dos seus pensamentos nesse post.
Mãe, por que dói minha barriga?
O objetivo deste blog é um só: educar gente em dor. Ora, criança também é gente. E gente que precisa aprender sobre dor o antes possível para assim não ter que perambular de médico em médico e de farmácia em farmácia na vida adulta. A dor de barriga é um bom exemplo didático para a criança aprender como a dor é originada e processada pelo organismo e como preveni-la. O post encaminha o visitante a um vídeo de apenas 2 minutos, made-by-mim-mesmo, que um pai pode usar para educar em dor seus filhos, ou uma professora seus alunos. A dor de barriga é um pretexto.