Terapias para o Alívio da Dor & Outros

Terapias para o Alívio da Dor & Outros

Ao nosso seguidor, com carinho
Qual pode ser a estratégia de um mísero blog destinado a promover a educação em dor no Brasil? Munir-se de informações sérias sobre o tema, traduzi-las até onde possível a uma linguagem que pessoas normais entendam e divulgá-las pela internet. Nessa semana, cinco objetivos traçados segundo a linha anterior serão atingidos.
Educação em dor: Uma proposta pequena demais para um país grande demais?
Se você já conhece o blog deve ter notado que o seu objetivo é a chamada “educação em dor”. Foi este um termo que uns gringos inventaram em 2007 para destacar o óbvio: primeiro, que o paciente com dor crônica precisa participar do seu diagnóstico e tratamento ou suas chances de recuperação diminuem a quase zero; e segundo, que para participar produtivamente convém saber do que se trata o riscado (da dor percebida).
Um ano: acertos e erros
Pensei muito em como comemorar um ano de blog. Talvez algo assim como: “Eis um blog que nada tem a invejar aos melhores do mundo no seu gênero!”. Não, ufanista demais. Ou que tal: “Desculpem qualquer coisa, poderia ter sido melhor. Assumo toda a culpa”. Tampouco cola, esse não sou eu. Então eu decidi simplesmente pegar uma folha de papel, dividi-la ao meio e listar à direita os Acertos, e à esquerda os Erros havidos no blog nesses suados e entretidos últimos 12 meses. E veja aqui o que deu.
Enfrentando a dor crônica: a técnica (finalmente)
Ao enfrentar uma dor crônica, de pouco ou nada adianta desespero ou esperança, boa ou má vontade. O fundamental é ter uma estratégia. Você primeiro mapeia a situação para descobrir o que é prioritário e/ou essencial; depois escolhe um método para intervir em prol de uma mudança desejada; e por fim, aplica uma ou mais técnicas para concretizá-la. Porém, que técnica poderia ser essa? Esse post apresenta uma que talvez você não conheça.
Enfrentando a dor crônica: um método
Em post anterior apresentei o Mapa da Minha Dor, um recurso analítico que permite ao paciente com dor crônica identificar, com calma, os diversos efeitos da dor (sensoriais, emocionais, cognitivos e existenciais) sobre a sua vida. A questão agora é, se a ideia for agir para obter alívio, identificar em qual desses efeitos convém mexer primeiro, e com ajuda de qual método cognitivo-comportamental.
Enfrentando a dor crônica: o mapa da minha dor
O médico pode destinar dias ou semanas a explicar a um paciente com dor crônica absolutamente TUDO o que a pesquisa científica e a prática clínica hoje sabem sobre esse tipo de dor e, no fim, o paciente fatalmente irá perguntar: “O que eu faço para me aliviar, então?” Este post, o primeiro de uma série de três, começa a mostrar um dos caminhos possíveis.
Otimizando a consulta médica do paciente com dor
As duas principais razões que explicam longos períodos de espera no consultório de um médico privado, aqui e noutros países desenvolvidos, são as de que o tempo do médico fica refém de compromissos em geral inadiáveis, ou imprevisíveis, além do que os planos de saúde não remuneram o médico pelo tempo gasto com o paciente. Eis a realidade e não convém lutar contra ela. Porém, cabe pensar em reduzir suas consequências. Veja aqui um recurso inédito, o PRÉ-CONSULTA, com o qual é possível, mesmo havendo atrasos, otimizar o tempo de consulta.
Consultório médico: um lugar onde quem espera, desespera
Nenhum médico gosta de correr atrás, e a maioria tenta respeitar os horários em atenção à vida ocupada dos pacientes. Mas mesmo com as melhores intenções, atrasos acontecem devido a circunstâncias imprevisíveis. Entender as razões comuns pelas quais seu médico fica atrasado, pode ajudar a lidar com o estresse da espera. Porém, também pode não ser suficiente. Veja aqui o que pacientes e médicos pensam sobre o tema dos atrasos nas consultas.
Jogo Alívio 2.0 na parada
O Jogo Alívio 2.0 foi apresentado no 14º.CBDor, no mês passado. Uma versão mais simplificada, entretida e veloz que a original. Não que esta fosse problemática – em 8 meses mais de 30.000 pessoas já jogaram e a conta continua subindo. É que eu sempre vi o Jogo Alívio como um software educacional que, como todo software, precisa, de tempos em tempos, ser renovado, aperfeiçoado...
A dor é uma orfã da medicina. E a educação em dor é o que, então? – Parte 2
A ideia me veio à cabeça lembrando do que vi, há décadas, num pequeno museu, numa pequena cidade próxima de Amsterdam. As obras de arte eram acompanhadas de um texto sobre o tema, o seu significado, dados sobre o artista e sua vida etc. Ou seja, imagem e texto, juntos explicando algo. E explicando melhor do que cada um em separado. Recentemente, matutando sobre maneiras de facilitar o trabalho educacional relativo à dor aos profissionais da saúde, de repente revivi aquele episódio.