Terapias para o Alívio da Dor & Outros

Terapias para o Alívio da Dor & Outros

Um ano: acertos e erros
Pensei muito em como comemorar um ano de blog. Talvez algo assim como: “Eis um blog que nada tem a invejar aos melhores do mundo no seu gênero!”. Não, ufanista demais. Ou que tal: “Desculpem qualquer coisa, poderia ter sido melhor. Assumo toda a culpa”. Tampouco cola, esse não sou eu. Então eu decidi simplesmente pegar uma folha de papel, dividi-la ao meio e listar à direita os Acertos, e à esquerda os Erros havidos no blog nesses suados e entretidos últimos 12 meses. E veja aqui o que deu.
Enfrentando a dor crônica: a técnica (finalmente)
Ao enfrentar uma dor crônica, de pouco ou nada adianta desespero ou esperança, boa ou má vontade. O fundamental é ter uma estratégia. Você primeiro mapeia a situação para descobrir o que é prioritário e/ou essencial; depois escolhe um método para intervir em prol de uma mudança desejada; e por fim, aplica uma ou mais técnicas para concretizá-la. Porém, que técnica poderia ser essa? Esse post apresenta uma que talvez você não conheça.
Enfrentando a dor crônica: um método
Em post anterior apresentei o Mapa da Minha Dor, um recurso analítico que permite ao paciente com dor crônica identificar, com calma, os diversos efeitos da dor (sensoriais, emocionais, cognitivos e existenciais) sobre a sua vida. A questão agora é, se a ideia for agir para obter alívio, identificar em qual desses efeitos convém mexer primeiro, e com ajuda de qual método cognitivo-comportamental.
Enfrentando a dor crônica: o mapa da minha dor
O médico pode destinar dias ou semanas a explicar a um paciente com dor crônica absolutamente TUDO o que a pesquisa científica e a prática clínica hoje sabem sobre esse tipo de dor e, no fim, o paciente fatalmente irá perguntar: “O que eu faço para me aliviar, então?” Este post, o primeiro de uma série de três, começa a mostrar um dos caminhos possíveis.
Otimizando a consulta médica do paciente com dor
As duas principais razões que explicam longos períodos de espera no consultório de um médico privado, aqui e noutros países desenvolvidos, são as de que o tempo do médico fica refém de compromissos em geral inadiáveis, ou imprevisíveis, além do que os planos de saúde não remuneram o médico pelo tempo gasto com o paciente. Eis a realidade e não convém lutar contra ela. Porém, cabe pensar em reduzir suas consequências. Veja aqui um recurso inédito, o PRÉ-CONSULTA, com o qual é possível, mesmo havendo atrasos, otimizar o tempo de consulta.
Consultório médico: um lugar onde quem espera, desespera
Nenhum médico gosta de correr atrás, e a maioria tenta respeitar os horários em atenção à vida ocupada dos pacientes. Mas mesmo com as melhores intenções, atrasos acontecem devido a circunstâncias imprevisíveis. Entender as razões comuns pelas quais seu médico fica atrasado, pode ajudar a lidar com o estresse da espera. Porém, também pode não ser suficiente. Veja aqui o que pacientes e médicos pensam sobre o tema dos atrasos nas consultas.
Jogo Alívio 2.0 na parada
O Jogo Alívio 2.0 foi apresentado no 14º.CBDor, no mês passado. Uma versão mais simplificada, entretida e veloz que a original. Não que esta fosse problemática – em 8 meses mais de 30.000 pessoas já jogaram e a conta continua subindo. É que eu sempre vi o Jogo Alívio como um software educacional que, como todo software, precisa, de tempos em tempos, ser renovado, aperfeiçoado...
A dor é uma orfã da medicina. E a educação em dor é o que, então? – Parte 2
A ideia me veio à cabeça lembrando do que vi, há décadas, num pequeno museu, numa pequena cidade próxima de Amsterdam. As obras de arte eram acompanhadas de um texto sobre o tema, o seu significado, dados sobre o artista e sua vida etc. Ou seja, imagem e texto, juntos explicando algo. E explicando melhor do que cada um em separado. Recentemente, matutando sobre maneiras de facilitar o trabalho educacional relativo à dor aos profissionais da saúde, de repente revivi aquele episódio.
A dor é uma orfã da medicina. E a educação em dor é o que, então? – Parte 1
O mantra da International Association for the Stuy of Pain (IASP) no ano passado foi o da Educação em Dor. Nos congressos profissionais focados em dor só se fala nisso, também. Todo mundo concorda: é preciso educar os pacientes em dor. Porém, em geral não é o que os profissionais da saúde fazem. Ponto. “Aquilo” não é ensinado na faculdade, não integra a descrição de cargo, não é pago pelos planos de saúde e, na opinião de alguns maledicentes, tampouco está no DNA do típico expoente da espécie. Você discorda disso? Então leia este post. Só para contrariar.
Os posters do 14º. CBDOR
No 14º.CBDOR realizado recentemente em São Paulo foram apresentados, na forma de posters, sínteses de estudos de campo, de casos e coisas do gênero, na área da dor. Aportes diversos – acadêmicos, profissionais etc. – vindos de todos – literalmente todos – os cantos do Brasil. Os temas, muito variados, iam do Pronto Socorro da Dor à Dor Lombar Pós-Parto, passando por eletroacupuntura, pensamentos catastróficos, dor oncológica etc. – abrangendo populações de idosos, mulheres, moradores de rua...