Terapias para o Alívio da Dor & Outros

Terapias para o Alívio da Dor & Outros

Enfrentando a dor crônica: a técnica (finalmente)
Ao enfrentar uma dor crônica, de pouco ou nada adianta desespero ou esperança, boa ou má vontade. O fundamental é ter uma estratégia. Você primeiro mapeia a situação para descobrir o que é prioritário e/ou essencial; depois escolhe um método para intervir em prol de uma mudança desejada; e por fim, aplica uma ou mais técnicas para concretizá-la. Porém, que técnica poderia ser essa? Esse post apresenta uma que talvez você não conheça.
A dor da mulher é diferente da dor do homem. Isso faz diferença na hora de diagnosticar e tratar?
Este post resume os resultados de uma enorme pesquisa a cargo de cientistas da Stanford University, apontando diferenças significativas entre “as dores da mulher” e “as dores do homem”. “O Paradoxo de EVA”, um ebook da minha autoria, cita dezenas de publicações científicas que comprovam isso, agregando, todavia, que essas diferenças não têm raízes apenas biológicas, mas também culturais. E que elas não estariam sendo levadas devidamente em conta pela medicina, seja na pesquisa ou no atendimento clínico, com consequências desastrosas para as mulheres, principalmente as portadoras de dor(es) crônica(s).
Enfrentando a dor crônica: um método
Em post anterior apresentei o Mapa da Minha Dor, um recurso analítico que permite ao paciente com dor crônica identificar, com calma, os diversos efeitos da dor (sensoriais, emocionais, cognitivos e existenciais) sobre a sua vida. A questão agora é, se a ideia for agir para obter alívio, identificar em qual desses efeitos convém mexer primeiro, e com ajuda de qual método cognitivo-comportamental.
Enfrentando a dor crônica: o mapa da minha dor
O médico pode destinar dias ou semanas a explicar a um paciente com dor crônica absolutamente TUDO o que a pesquisa científica e a prática clínica hoje sabem sobre esse tipo de dor e, no fim, o paciente fatalmente irá perguntar: “O que eu faço para me aliviar, então?” Este post, o primeiro de uma série de três, começa a mostrar um dos caminhos possíveis.
Terapias mente-corpo para as seis dores crônicas mais prevalentes. Post 2: Cefaleia
A cefaleia é uma doença crônica, não apenas uma dor de cabeça circunstancial. Assim sendo, ela dificilmente pode ser curada em definitivo, e nem aliviada permanentemente com ajuda de drogas. Isso faz com que a atenção se volte para seis terapias integrativas: tai chi, qi gong, ioga, acupuntura, atenção plena e biofeedback. No post de hoje, o foco é a Dor de Cabeça.
Terapias mente-corpo para as seis dores crônicas mais prevalentes. Post 1: Fibromialgia
Conheça as evidências hoje existentes sobre a contribuição de seis terapias integrativas – tai chi, qi gong, ioga, acupuntura, atenção plena e biofeedback – ao alívio das seis dores crônicas mais prevalentes no mundo: fibromialgia, dor de cabeça, dor lombar, dor no pescoço, osteoartrite e artrite reumatoide. No post de hoje, o foco é a Fibromialgia.
Médicos devem reconhecer as diferenças de gênero
Nesse post apresento um artigo de autoria da Dra. Marcia L. Stefanick, da Stanford University. Ele é uma amostra do que é a segunda parte de “O Paradoxo de EVA”, um e-book que comenta o contraste entre o sofrimento da mulher e os cuidados de saúde que ela recebe, especialmente em relação a dores crônicas, nas que ela em geral prevalece sobre o homem. “Doctors Must Dig into Gender Difference to Improve Women’s Health Care”, ou “Os médicos devem investigar as diferenças de gênero para melhorar os cuidados de saúde da mulher”, é tão direto quanto o e-book, e talvez venha a incomodar muita gente. As verdades ocultas quase sempre dão nisso.
O mindfulness e o seu cérebro em tempos de pandemia
Enfim, a pesquisa sobre mindfulness parece avançar a toda máquina e tudo indica que cada vez mais será demonstrada a sua utilidade prática no tratamento de problemas mentais por parte de profissionais da saúde em geral, em vez de ser uma exclusividade de psicólogos e psiquiatras. Este post mostra numa linha de tempo o desenrolar da atividade científica que há por trás disso.
Para que serve o mindfulness?
O sujeito que antes conseguia gerenciar períodos curtos de estresse – seja no trânsito, em reuniões no trabalho, discussões familiares etc., agora é obrigado a aturar relacionamentos interpessoais insuportáveis entre quatro paredes, seja com companheiro(a), filho(a)s, sogro(a)s, e até pets, por muito tempo. Por outro lado, há evidências de que uma exposição demorada e intensa como essa precipita o estresse crônico. Como sair dessa arapuca? Este post apresenta um vídeo, o segundo de uma série de quatro, que esclarece até que ponto aprender e praticar mindfulness pode ser uma saída viável, barata e eficaz.
Novo medicamento para osteoporose aumenta a densidade óssea
Dez milhões de pessoas têm osteoporose no Brasil, sendo que mulheres com 50 anos ou mais têm uma taxa de osteoporose quatro vezes maior e uma taxa de osteopenia duas vezes maior em comparação aos homens. O tratamento padrão é com alendronato de sódio, um fármaco inibidor específico da reabsorção óssea da classe dos bifosfonatos que apresenta alguns problemas após 2 ou 3 anos de uso. Agora um novo fármaco, denominado romosozumab, já aprovado nos EUA e atualmente sob análise na Anvisa, pinta no horizonte. E promete não apenas deter o processo de deterioração óssea, mas também reconstruir o já perdido. Será? Informe-se bem agora mesmo.
O dia da mulher. Uma reflexão como homenagem.
A celebração global do Dia Internacional da Mulher é um momento para refletir sobre o quão longe as mulheres chegaram, defender o que ainda é necessário e ações para continuar quebrando barreiras. Porém, no mundo da saúde, as mulheres que produzem a ciência da medicina, as que medicam gente, e as que são medicadas, têm o que celebrar? Fora do Brasil, a resposta não é alvissareira. E dentro? Este post revela, a quem interessar, a opinião estritamente pessoal que o condutor deste blog tem a respeito.
Um aplicativo sobre dor para chamar de seu
Nessa semana o JOGO ALÍVIO MULHER, um aplicativo inédito no mundo (“dá licença!”) estreia nas plataformas AppStore e Google PlayStore. Não é uma façanha, mas para quem carece dos recursos de uma multinacional, chega perto. Do momento que você decide ir avante com o invento até o momento em que ele se materializa na tela do seu celular, muitos dias, reais e tratativas se passaram. Nesse post, ao invés de simplesmente eu anunciar que o JOGO ALÍVIO MULHER está acessível para qualquer pessoa disposta a aprender sobre dores femininas crônicas, achei melhor contar como foi o processo.