Terapias para o Alívio da Dor & Outros

Terapias para o Alívio da Dor & Outros

Bom dia, flor do dia!
Num país de 215 milhões de habitantes é necessário recorrer a todos os meios de comunicação possíveis para disseminar conhecimento sobre a dor e seu gerenciamento entre a população com dor. O podcast pode ser infinitamente mais eficaz do que palestras e congressos, nesse sentido.
Humor para dor crônica: o que propomos
A cada mês por 4 meses, um novo ebook contendo mais de 30 cartuns estará acessível no blog. Todos eles são relacionados à vivência de pacientes com dor crônica em contato com o sistema de saúde que supostamente cuida dele(a)s (ex.: atendimento médico, exames de imagem, comportamento dos pacientes etc.). Todos visam educar as pessoas em dor. Humor e dor crônica? Veja as minhas razões aqui.
Cannabis e dor crônica: entrou, não sai mais.
Até pouco tempo atrás escrever sobre o cannabis não era sequer legal. Depois ficou apenas nisso de não ser politicamente correto. No presente, parece ter conquistado um espaço legítimo no campo do conhecimento da dor. Começa, por exemplo, a despontar como uma indústria analgésica cientificamente certificada, apoiada que está em inúmeros trabalhos publicados na The Lancet (a revista científica mais afamada do mundo) e revisões sistemáticas da Cohrane (a catedral da Medicina Baseada em Evidências). Ler este post é uma boa maneira de começar a prestar atenção.
Ao nosso seguidor, com carinho
Qual pode ser a estratégia de um mísero blog destinado a promover a educação em dor no Brasil? Munir-se de informações sérias sobre o tema, traduzi-las até onde possível a uma linguagem que pessoas normais entendam e divulgá-las pela internet. Nessa semana, cinco objetivos traçados segundo a linha anterior serão atingidos.
Educação em dor: Uma proposta pequena demais para um país grande demais?
Se você já conhece o blog deve ter notado que o seu objetivo é a chamada “educação em dor”. Foi este um termo que uns gringos inventaram em 2007 para destacar o óbvio: primeiro, que o paciente com dor crônica precisa participar do seu diagnóstico e tratamento ou suas chances de recuperação diminuem a quase zero; e segundo, que para participar produtivamente convém saber do que se trata o riscado (da dor percebida).
Um ano: acertos e erros
Pensei muito em como comemorar um ano de blog. Talvez algo assim como: “Eis um blog que nada tem a invejar aos melhores do mundo no seu gênero!”. Não, ufanista demais. Ou que tal: “Desculpem qualquer coisa, poderia ter sido melhor. Assumo toda a culpa”. Tampouco cola, esse não sou eu. Então eu decidi simplesmente pegar uma folha de papel, dividi-la ao meio e listar à direita os Acertos, e à esquerda os Erros havidos no blog nesses suados e entretidos últimos 12 meses. E veja aqui o que deu.
Enfrentando a dor crônica: a técnica (finalmente)
Ao enfrentar uma dor crônica, de pouco ou nada adianta desespero ou esperança, boa ou má vontade. O fundamental é ter uma estratégia. Você primeiro mapeia a situação para descobrir o que é prioritário e/ou essencial; depois escolhe um método para intervir em prol de uma mudança desejada; e por fim, aplica uma ou mais técnicas para concretizá-la. Porém, que técnica poderia ser essa? Esse post apresenta uma que talvez você não conheça.
Enfrentando a dor crônica: um método
Em post anterior apresentei o Mapa da Minha Dor, um recurso analítico que permite ao paciente com dor crônica identificar, com calma, os diversos efeitos da dor (sensoriais, emocionais, cognitivos e existenciais) sobre a sua vida. A questão agora é, se a ideia for agir para obter alívio, identificar em qual desses efeitos convém mexer primeiro, e com ajuda de qual método cognitivo-comportamental.